cittadelmonte.info Business Os Caminhos De Mandela Pdf

OS CAMINHOS DE MANDELA PDF

Saturday, March 2, 2019


ai rk:scrivolv*r-seao s'"cittadelmonte.info i:la contorq5.o seguir o seu caminho. todos' O And No South Africa pode ter sido respons:ivclpor t€los tor- rcmaFree /rnicos representantesdo rap, em Londres, no concer- nado nos Mandela. Download pdf. From Prisoner To President Step Into Reading [PDF] [EPUB] Nelson Rolihlahla Wed, 03 Apr GMT Nelson Mandela and Unitive Herobrine Message Aneri Vangi Recipe Book Free Livros Gratis Em O Caminho Para A. 21 set. Nelson Mandela, .. O presente mapa do caminho baseia-se nesses exemplos, para fornecer um primeiro guia para aqueles que cittadelmonte.info wp-content/uploads//08/cittadelmonte.info Estratégias.


Author:TWANA STOLARZ
Language:English, Spanish, Arabic
Country:United States
Genre:Fiction & Literature
Pages:405
Published (Last):28.08.2016
ISBN:413-9-56847-806-6
ePub File Size:27.41 MB
PDF File Size:11.21 MB
Distribution:Free* [*Regsitration Required]
Downloads:33951
Uploaded by: DIANNE

de mandela estante. Busca Richard Stengel Os Caminhos De Mandela Estante (PDF) Quando a tinta acaba: O suicÃdio e o deixar-se A nação Xhosa. You can get Der lange Weg zur Freiheit by Nelson Mandela pdf information at owenannpdf PDF Um longo caminho para a liberdade by Nelson Mandela. richard stengel wikipedia pdf. Richard Allen Download as PDF. sabedoria e confiança do lÃder sul-africano em Os caminhos de Mandela. Richard.

Skip to main content. Log In Sign Up. Papers People. Establishment Bias of the Nobel Peace Prize In crushing armed rebellions, when the situation reaches a point where the state cannot crush the movement and the movement also cannot overthrow the state, an objective situation arises for a possible peace deal. At such moments, if At such moments, if there is enlightened leadership on both sides, the military stalemate can provide the opportunity to seize the moment for a peace deal.

A partir de agora o liuro estd no lugar onde deue estar: O que que esti l o, soci al e medi aticam ent e, opaco' e consequent em ent e pouco visivel r superficie do panorama musical? Por que d que a cons- truElo do seu ritmo parece t1. Como se define um raPper e que tipo de atributos ostenta' permitindo que se distinga sem ambiguidades de um outro artista-mdsico qualquer? Passamosdestas interrogaq5es r for- mulaglo de perguntas mais concretas num dpice e no decorrer dasvd.

Na primeira parte, a gdnese. A que fonte inspiradora e a que herangavai beber o rap na sua verslo mais contempori. Analisaremos o papel decisivo da oraiidade na cultura afro- -arnericanae como serd feita a sua transposiglo para o cenirio do Bronx em plena Nova lorque dos anos Contudo, o raP nio se baseia somente na expresslo oral, existe uma compo- hente musical concreta ou melhor dizendo tecnoldgico-mtuical.

A tecnologia ao servi- ameno e declaradalnente off the record porque os nurn rorn go da hist6ria da comunidade afro-americanaatravdsda ampli- nlo dramos, definitivamente, n6s' fomos hdbil e entrevistados ficaglo do seu grito. Desta cunscrito de modo vantajo'soo nosso esctftar-olharsobre o rap e forma, o DJing ou a mestria na criaglo s6nica no rap , o afortiori sobre a mrisica" ' M Cing o u a a rte d a d i c g l o c o m ou sem i mprovi sos , o Brealedance ou a danga-das-quebras-ritmicas pr6prias do rap , X-Sista: Como i que estri fl ser esct"euer esteliuro?

E serd. E tambdm hd aquele lado nostdlgico, que passapor ouvir da sua hist6ria que falaremos na terceira parte, percorrendo as discosantigos e isso Tambdm dd muito gozo ver uma cena vdrias transmutaq6es, evoluE6es,estilos e facetas do pr6prio, que i, isto tudo nio surge por acaso,o hip hop nlo surge por sem nunca esquecer que estas ditimas slo tambdm fruto do acaso.

E o facto de haver ignorincia em relaElo ao hip hop e conrexro em que surgem e se concretizam. Da deambulaglo ao rap tambdm nlo d por acaso. E vengS. Esses serdfinalmente questao de outros cendriose de outros ambien- gajos chateiam e perturbam. Porque, quando tu dizes uma tes na derradeiraparte, porque iremos espreitarde mais perto a coisa perturbadora e que chateia num ambicnte sonoro que forma como em Portugal se tem sabido ou nlo, tirar proveito acompanhaa forga da tua mensagem conseguesagarrar mais o des t e m a n a n c i a l c u l tu ra l.

C o mo surge o rap em P ortuqaj? Isso d o que lhe dd,forEa: Por isso d que o rap tem final da entrevista simultinea a duas rappers lusas, X-Sista e forga. E acham qtte quando o rap deixar de remar clntr t d aprender, tens que Parar'pensat.. E se nlo Se deixar de remar contra a mard ji nl'o se pode falar enr cd. Es slo hits de mfsica que nem sequer na sua verslo original eranr rz mdsicas rap. Somente assim. Mas isso d bom!! Vai chamar a ateng1o das pessoasqtte n6o agtadecimenlos conhecemo rap e podem uir a conhecerminimamente o rap por causa disso!

A maior parte das pessoasque compra hits e tam- minha sisterzita. Obrigado Tereza. S eprocuras imediatismo e superficialidade podes ficar no piso de cima e chegar a casae carregarna tecla do leitor que diz 15, porque e essamfsica que ouviste mil vezesna rddio e pela qr-ralte apaixo- Agradego minha companheiraGabriela Papu por me naste e 'tds-tea cagar pr. Paula,Sofia, Miguel processu,ich redefneswhat it meanst0 be blach t' Priticas orais que aiguns chamariam poesia de nm, onde novas palavras que passam a ser usadas na linguagem bui com s e c onta rn e s t6 ri a s o L l a n e d o ta s , o u se desafi am, conto nas como capta e incorpora outras ji existentes' ,orrrn r, assim dozens,em jeito de desgarrada,dois ou mais interlocutores,gue nas ruas de cidades com Em plena ddcada de 60, a realidade num didlogo rimado de tom algo provocat6rio se vlo mimose- tambdm conhecidas como chlco- grandescomunidades negras ando um ao outro.

O toast,caracteriza-sepela sua forma ritrli- exemplificada com o que se passavana zona Lte cities ,pode ser ca flexivel: Um dos acontecimentos ndcula feita do caleo da rua.

Contam-se est6rias onde se fala de maischocantesfoi um assaltoa uma mesquita em ' As con- proxenetas, de deaiers,de httstlers,est6rias da uvida, de activida- dig6es estavam criadas para que uma sublevaqlo generalizada des ileg a i s o u s e mi -i l e g a i sc o m o a prosti tui gl o, o j ogo ou a acontecessea qualquer momento. E, de facto na noite de 1 1 de droga. A 17 de Agosto a revol- vencer o poderoso le5. As revoltas civis que apareceramdai Tbe signif,ing monkq' spied the lion one day em diante, um pouco por toda a Amdrica, atd ao principio da And said, 'I heard something'boutyou dowtt the taay.

In C ros s ,,p- E nest. Foi, entlo' Dee Dee MacNeil tluent juntou mtisica poesia? N6s sempre tivemos mrisica, tocdvamos nova abordagem' mais conhecimentn sobre etc. Unia-as u The Iron H and of N at' l ' urner' a nl us i c a c hrmav a-s e m si ca para o espect: Ela continua a escrever? Sim' EIa trabalha cm bares Ern todos os bares dc jaz'z'a em palco. Q-uando ela deixou de actuar com os watts Prophets comegoua cantar,d issoque ela faz agora. Ela mistura a poesiana sttr acruaqao" Ela C realmente a mie de todas as mulheres rappers.

Ela foi a primeira a rappar' A que tornou os Watts Prophers tio cliferentesfoi o facto de sermos tlo visuais. Pegdrnosnesscconceito' em que haviamos tropegado,tlo a sdrio que entrirnos nele juntos, e em cercade dois anostudo o que fi zemosfoi poes i enas mai s v ari l. I O poeta ncgro Haki Maclhubuti clissesimplcsmente: N6s s6 estdvamosa clizeraquilo que viamos. S mi rherman, I80 i r N i o sabi amosque aqui l o era uma c oi s apol i ti c a. A s c oi s asque es tdv amosa di z er Briarr C. Lwis, Black English: Teachers' Tim Dog.

Tornaram-sebastantepopularesl, e eram presengaconstan- te e requisitadaem universidades,clubes nocrurnos, ou em pri- s 5es. Vitimas dos conturbados anos 60 e Isto para aldm do facto de haver, a ter sido bem diferente, completamenre destruida e esquecida!

O aparecimento dos Last Poets data do tinham um tal eleito politico. N6s nio queriamosque losseassim. Bem, mas algumas fi nal dos anos 60 1 9 de M aio de - aniver sdr io de coisasforam intencionaisr,contrap5e Richard [Dedeaux]. E nessaaltura, Kenncdv era unr santoD. In lace, Fevereirode De facto, nas pris6esamericanasainda existempresospoliticos, e Mumia d srj 2 Com os lllack Panthers ir cabega.

Aliis, o caso Mumia a ponta do icebergue. Ou seja,nos fltimos 30 anos pouco oLi Kgositsile,onde se reivinclicavaa necessidade ern p6r de lado a poesieface i revoluqio nada mudou na forme de pensare agir clo FBI, assimcomo dc muitas outras instittri- que se aproximava. Suieiman El Hadi, Alafia Pudim ali: Thingsare changing? And thechangethat comeszuertheruat nigbt,a: O seu iegado pode ser escurado em dlbuns como The Last White thighs,ooh,white thighs Poets Douglas , e This is Madness Douglas l - e ern Nigers always goin'through bullshit change mdsicas como Wahe up, Niggers!

Vhat mabesyou nigers act lihe tbat? I Recenrementepergunraram a lJmar se ele achava Nigers act like yu ain't neuerseennobodyact before que haveria hoje em dia mais loucura do que no tempo ern que os Last Poets comegaram,ao que lJmar rcs- But whenit comesto acting ottt reuolution pondeu: The vthure foi um ligada ao surgimento do estilo Acid-Juz; otr de Omar em cola- de poesia smatl Thlk At t25th com bora-q5es com os Arrested Development ou com Flavor Flav cometo auspicioso, um comeqo forte para um escritor Entre- dos Public Enemy.

A heranqa dos Last Poets ficari nos anais da hist6ria cla tanto, Gil associa-seao produtor Bob Thiele, dono da editora discogr: O desafio estava feito e seria segr-ridoi risca pelas gera- A voz de Gil Scott-Heron era nica, marcada por ume forte q5esseguintes. Inventeva, assim' um estilo novo e bastante - Her on. Em I, assinapela Arista d.

Tbe Firsr porque essencialmente apropriado pelas crito culturalmente Minnte of a Netu Day e From SouthAfrica to South Carolina, 1ls - negras e latino-americanas - desfavorecidasdos cornunidades seustrabalhosmelhor sucedidos. Em l9B5 abandonaa Arista, depoisde 11 ilbuns, de originaise compilaE5es, ao vivo e em est dio. Com MessageTb The Messangers Mensagern aos Mensa- geiros ,primeiro tema extraido de Spirix, Gil envia um aviso aosrappersactuais,reclamandoresponsabiiidade no que fazem quer em relaqlo I arte que abragaramquer em relaglo ao seu papel no interior das suascomunidades.

E o ciclo parecefe- char-se Slo algunsdaqueleslqtre ajudaramao nascimento,com o seutrabalhopodticoprecursor, daquiloque hoje em dia designamoscomo mfsica rap. A homenagemaqui fica Honra lhessejafeita! Falarsobrerap implica nio perdera noElo de que o pro- prio se inserenum contextosociale cultural particular. Essasmfltiplas faces do hip hop slo o DJing, o MCing que inclui as tdcnicas do free-styling e do beat-boxing , o Breakdancee o Graffiri. E necessirio recuar atd aos tempos das disco-mobile nas reapropriagloda mfsica original e o desencadearde nicasde regi6es mais reconditas da Jarnaica nos anos para encon- contemporinea da oralidade.

As irnprovisadas' disco-rnobile sistema compacto de agrupamento de gira-discos portdteis preparam-se para entrar na hist6ria do rap pela via clo traLralhode manipulaqlo e de recriaglo da linha ritmica dos discos pelos animadores de servigo, que acrescentam sobre a A s erocx pa Rr r Es: A ERA Do pr6pria rnfisica urn ou outro discurso esponteneo.

Dian te d e u ma mu l ti d l o e s tu pefactacom o desenrol ar A not6ria consagraqlo do papel do DJ surge, no entanto, pouco ortodoxo das sucessivasquebras por processomanual - na transposigSodos c6digos de manipulagio e da tdcnica apre- o DJ carregavano disco de forma suave fazendo que a voz do endida no contexto do dub e do toastjamaicanos para a slla re- interprete parccesseenr desaceleragiocontinua ou parava sinr- interpretaglo uma ddcada mais tarde - anos - no explosi- plesmente, em esporzidicasfracg5esde tempo, o seu andamento vo caldeirlo social e cuitural dos sub rbios cle Nova Iorque.

A - e verdadeiras alteraq5esna mdsica por processoselectr6nicos forma primitiva de piratagem sonora e todas as tdcnicas nela - a introdr-rgio de uma cAmara de eco por exemplo - a milsica envolvidasde mixagem em contexto reggaesio transpostaspara empiricamente con- ia ganhando novos contornos e assistia-se o novo cendrio nova-iorquino sem deixarem de sofrer alterag6es sagragio de uma nova abordagem musical alicerqada em tdcni- estruturaise conceptuais pr6prias da sua precoce re-apropriaqlo.

O mala- Herc credenciado DJ de origem jamaicana na cultura negra barismclsonoro nlo se ficava por ai, bem pelo contrdrio.

O tru- americanano principio dc,s anos 70, manifesta-sepela conjuga- que mais aclamado era de facto a reviravolta que os meslrlos gio de dois factores chaves: O talb-ouer literal- contexto urbano ou suburbano contemporineo de supremacia mente ufalar por cin"rar verdadeiro toast verrr definitivamente cultural branca. E o espartilhamento inevit: Desta batalha de DJ's, envolvendo as organizadas e preparadas pelos pr6prios DJt da forma mais suasperformances, o ndmero de fans e a propagaElo casuall do desenrascadapossivel no cendrio mais auspicioso- o bairr,r - seu bom nome pelos processostriviais do boca-ern-boca ou para o pdblico deverasideal - os habitantesdo bairro.

DJ Kool Herc, cujo dominio se instalava na parte oeste falantes a fontes de energia totalmente improvisadas, a maior enquanto que Afrika Bambaataa reinava na Bronx River East. Um dos mais conceituados e acarinhados d sem dt'rvida, scratclt. A tdcnica, inventada por Grand 'Wizard Theodor um DJ Kool Herc - um dos pioneiros nestas andanqas de manipu- DJ com 13 anos de idade na altura , d simples e consiste em laglo sonora, na rua onde decidira impor o seu estilo berct!

Por outras pala- TheAduentrrresof GrandmasterFlash on the Vheels of Steel, edi- vras, depois de agarrar uma linha ritmica na mrjsica, o passoa. Utilizando dois gira-discos era possivel didlogos, comentirios, ritmos percurantese frasesmusicaisem nlanter um disco a tocar sem intervenglo manual extra, alimen- jeito de contraponto,Flashencerouum capitulo decisivona tando pela mesma a manutenElo dum ritmo ou break-beat hist6riado DJ, do rap e da m rsica,masviria, irremediavelmen- constante sobre o qual se vinham juntar os devaneiosmirabo- rc,a abrir outros.

Esta predisposigSopara a reconstruglo ritmica levou este dtimo a re-utilizar o conceito Herciano de break-beate a reves- O r,rEcrRo-RAp: Flash desenvolveria a tdcnica de bachspin,que consiste em fazer reperir vezes sem O minimalismo acidentaldos brea.

Herc e Flashtrazemhabilmente paraa ribalta, sem tado e contagiante. Mas salientam, da mesma maneira, o advento do ritmo das mesclagens sonorasonde emergemprodutos tanto principio do fim da concepglo da linha ritmica e das composi- rnaisinovadoresquanto h bridos. Neste sentido,o despoletar q5es musicais deste ano zero da era rlo rap, por forga 6bvia da do discod musa inspiradorapara as deambr-rlaq6esde DJ Afrika evoluglo tecnol6gica, principai aliada destes novos composi- Barnbaataa.

A originalidadeenconrradado fundador da Zulu tores, senri-visiondrios, seni- engenlteiros dos breah- beats e anrcr- Nation d sem dirvida a de ter misruradocom 6xito o legadode cipadores no manuseamento duma complexidade e colagcni Kool Herc e de Flashaosnovos e luxuriantes arraniossinf6ni- s onor as a s s o c i a d a sa o rrs o d o s a m p l er e da cai xa de ri tmos cosambientadosnum clima soul do disco. Em suma, o electro-funk vem balizar os pos- aocodrrsr danga virada inexoravelmente para a arena da discoteca - qx para as nova.

E apesardesta fase nlo se ter prolongado demasia- Herbie Hancock, interressadoscontudo, desde , em ree- do no tempo, dera, contudo, frutos interessantesno dominio quacionar o legado do disco,extraindo do conceito, o particula- da pva agitaglo anti-academicista, preocupada em desvirtuar rismo da fuslo minimalista e puramente electr6nica do grooue compulsivamente as benessesnos campos artistico e comercial negro e da tecnologia ocidental branca. Nasce o electro-ftmk sob da tenddncia electro.

Seguem-se,neste sentido, os trabalhos a tutela auspiciosa dum avango tdcnico electr6nico na mani- Nunh e Light Wars Atual, de 'Warp 9, o genial Eg,pt, Egypt,base- pulaglo dos sons cada vez mais irreversivel e incomensur: Mel, e os triunfais B"foh Gals do inef,ivel Malcolm Mclaren e Estamos, pois, em , e um grupo denominado Shock Rochit inserido no dlbum Future Shocleco-produzido por Bill grava um dlbum Electronic Phtmb, algo esquecido mas que rapi- Laswelle pelo vision: Nlo demorara muito para que se tornasse um ver- api tri da mas profundam ent e enr aizado na cult ur a m usical dadeiro hit planetar e concretizassemos fundamentos da eman- negra.

Ti6s correntes vlo emergir da divislo inevitdvel da cena cipaqlo de uma forma de composiglo no domfnio do hip hop' electro: As pr6pias pistas de danqa acabam, rritos ceptuaisque aindahoje definem o rap.

O prazer como manifesto corporal por via da danga. A linha de ascenslo do papel dn orador - do rapper - desenhava-seclaramente a partir do momento ern que se equacionou I Em contraponto ao grior moderno -'Watts Prophets,Lasr Poetsou Cil Scorr a possibilidade de tornar as rimas dis- cursi vas porra-esran dar t es -Heron - que se demarcam destesnovos mensageirospelo modo como usam ort da evoluglo de um a pot encial como nlo usam as novu tecnologiaselectrdnicas,ou seja,o MC, ou griot pds,irro- arrna musical de arremeqo polirico: O MC ou rappcr derno rapper actual , faz uso de unra aparatoelecrrdnicono modo como rrf,nsrniicj corno elemento sua mensegem.

O DJ aos comandos dum sistema-soq ,,fio da nio d menos dependenre do suporte tecno- prestagS. E imaginaqS. Nlo basta primeira.. P r6 x i m a da sonori dade seca das do baixo. E, essencialtirar proveitosarnente partido desta figura palav r a s c u rta s e n u n c i a d a s rd p i d a e sucessi vamente pel os carismdticaque d para os raPperso microfone. O n'iicro, Mic ou r appers , o s s o n s d a b a ti d a e d o bai xo eram reprodr-rzi dos Mike, d a verslo personificada ou a representaqlo iconogrdfica pelas co rd a s v o c a i s d o s p r6 p ri o s MC ' s formando, assi m, um do rapper evidenciada quer pela sua instrumentalidade prdtica break-beat ad-hoc experimental e certamente menos oneroso de amplificaglo da voz - sem a qual a forga das letras e das men- que a aquisiglo de uma caixa de ritmos.

MC - no imbito da em: Em strma, a relevincia do pepel do Mestre de Cerinrerril e idcrrritiril la,: E des- -americana,qllase um sdculo depois d: Atribulado" Controverso. Couni llcrvc corpo litrrrico rii, intcri,. Tudo vai entlo depender da maneira como a sua perfor- criaqlo de determinadospnssosde danga durrnte a projecgJr,..

Que se esgostaquan- rnznceserd vm breab-befi ptra. O ponto a posteridacleclo movimento. Ele efectuard um movimento pro- rotinas e de tdcnicasvlo configurar essesluras entre dangar.

Eles serlo - atravdsdas suasactuaq5es- os porra-estandarreda O fim da actuageo e a pr6pria saida d para o petformer, neste fama de todo o grupo. Quanto mais irreverente e desafiante a A iniciaglo ao desafiocomega normalmente com a lorrna- saidamaior concorrCnciad geradai volta da proto-competiglo glo espontli. O espagopreferido pelos setrspraticantes em m os ta r a o s re s ta n te sn u m c u rto espagode renrpo - rl: O processodc enrr. Num dpice,ele cstrino chio a efectuarconsccLltivanrLllld segundo, mesmo se e ssesespagosexisr issem nio ser iam de viria.

A partir de , o breahdancePareceter enrrado vinham sol-'retudodo LJm clc-'srn. As inclvaq5es no contexto prectr. E do gtreto atd I ribalta glamorosa cidade norte- afastotr,conrur. Outros cretuscspecificamentef'emininrls tars unfo do disco,ia um mundo. Era necesslrio voltar a reconstruir como o Dynaniic l. Era urgente que os circulos der breakdancers i'.

Assim o fizeram os DJ's. Taki lB3 fora empiricarnenre o lrri- Taki fora contudo o primeiro tagger,o primeiro writer. E,ra, todavia. Digamos, que d o primeiro passo. O writer comegx por ser nenhuma agenda setting de ncnhum canal informativo.

A importAncia do arrojo esrdtico do tag s oc ial. I t'an do rr. OLr, nuln det er r ninado t ipo de sr r per f icie. Neste sentido, um Kiny serd tarnbdrn w li-ing dos com- o Kase2 ou das paredes,etc. Toy4 o novato, o aprendiz. Infrmeras vezessob a algada de url King, ele empreenderd um lcngo percur. Para isso, terio que se p6r up e nia bit,tr exct-'ssivamente. Nlo d rei quem cluer. Quando se 6 King no grffiti, d,se para direito num cretu. Porqtreo reconllecirnentoprovcm exclusivarnen- si um marco importante na carreirad,um zuriterque se irretende te cla decislo dos membros da cornunidade, que ourorgem rima mostrar aos restantes grffiters e a.

Se se prarica um trabalho s6o factos nio determinados para sempre. Na rlra, costurna-se con. Num rrrar esti-sc, nicl se d. O grffiti c om ba te a o g ra ffi ti e c o n s e q u e n r emenre da sal vaguardada pelos lctores d,r cena hip hop, com o intuito claro eerminrd"t ordem morai e social instituida. O Estrclo d figura ausente - financeira e ideologicamente - e ao rresmo tempo, numa 6ptica positivista, presente de forma repressiva com os ataques do buffe com a promulgaglo do direito i vali- daglo institucional das obras artisticas.

Com o grffiti a esqui- zofienia do Estado no campo da legitimaElo da produglo artis- tica complexifica-se,porque o pr6prio se v6 privado do bom senso e bom gosto do seu tradicional paliativo: O grffiti estd, deveras, instalado num vazio conceptual, porque nlo estlo legitimadas as prdticas de atribuiglo do seu significado social e cultural e dos seus c6digos simb6lico.

O grafiti nlo d criticdvel por- que nlo d arte. E ndo-arte. Ou melhor o graffti d Arte qr-redes- ceu rua. Desceu I rua e nlo teme os bufi. Lee Quinones, Futura , Rammelzee, assim como Lady Pink e Lady Heart duas entre outras grffiters femininas , Dondi, Seen, Zcphyr, nlo se frzeram rogar para continuamente desafiar empiricamen- te a tal esquizofienia estatal.

Em suma, se o grffiti d a expressSovisual da estdtica hip hop, seri tambdm, por ventura, a materializaglo colorida e cali- graficamente metaf6rica das palavras politicamenre incorrcctas e engajadas dos MC's, dos scratcltse dos bachspins diab6licos dos DJ's e das acrobacias pantomimicas dos breakers. Da caracterizagiodas diversasmutag6es de estilo,! E ttot bairros pobres, nosprt- gosmais marcantes da era Reagan na tentativa jects, nos guetos negros e porto-riquenhos nova-iorquinos que da Amdrica mitica e Poderosa.

Quem pagoLl estescustos foram Anos depois da Rebelilo de Watts, das lutas pelos direitos desfavorecidosdo sistema. O gueto, torna-se' assim' cada vez civicos de Martin Luther King, dos Black Panthers, de Malcohn mais uma prislo, e os seus residentescondenados a uma pena X, da Guerra do Vietname, a situaqlo do negro arnericeno. E a Amdrica negra ou sob controlo judicial. As estatisticasmostram' tambdm, que in retractadanas piginas da Ebony.

Os direitos civicos parecefiI um habitante de Harlem tem menos hip6tesesde chegar aos 65 ter sido finalmente conquistados, e com eles o triunfo de unra que um habitante do E o 4" Mundo dentro da dpocaverdadeiramentedemocrdtica Aparentemente era assim!

Mas em i9B1 entraremos nrtm r Mas cxistem: E o desespero,d a raiva, g hip hup' Ilipp;e trt the hippie, Tbe hip, hip 't hop, and vott 6, ,aid a 6dio. O rap d, definirivamenre,a banda sorrora ' Err. Mas a ultrapassamo ndmero I primcira vistrl, at6ria nlo d tlo dourada como pode Parecer no rneio hip hop pois segundoTricia Rose1,a ddvida instala-se e pior os tres memLrros nlo pertenciam a nenhtrma crill iocal, ainda, de acordo com outros testemunhos, Hank lravia ilsa- A old scho o l dolroubado as rimas originais de Grandmaster Caz.

Mas, apesarde toda esta controvdrsiahd que reter os f,rctos que ficariam para sempre na hist6ria do rap: Esta intensidade d visivel nas batalhas de estilo quc se a todos aquelesque se mexiam ne cena hip hop.

Fin sibilidade,s desencadeavam entre grupos de rappers e DJ's -- as creus oLr segundolugar este tena marca o Ponto de encrlntro de muitas posses- qtie lutavam em duelos locais nas blocb parties que pessoascom a rn sica rap. Este traba- lho pioneiro nio pode, no entanto' ser consideradocomo uma f it is , r n a s a q u i o d u e l o e ra v e rb a l e rnusi cal. Esrirmos ent e eis clr-lesLlrllerr do hip hop. E poder iam os acr escent ar ottFunb blochparties ou clLtbst.

Slo os ftock, Captain uma forma mais fiel realidadedo hip hop. Mas esta vislo do raP como um gdnero f;icil e ligeiro Joe Bataan, antigo lider de um gang do Spanish Harlem, tr6s n6o d correcta. Esta dualidade na maneira de FatBach X11, Spring , de Fatback, banda de funk que encarara mtsica - por um lado um facilitismo exigido pela convida um apresentadorde rddio para rimar nesre projeerc. The Breahsde Kurtis Blorvl, relatar a vida do gueto e em criticar a sociedade americana - Loue Rap de Spoonie Gee, Feel the Heartbear de Tieacherous 3, iria afectar todo o percurso posterior do rap.

Clappers , de , que d um dois gira-discos,Sylvia Robinson prefererecrcarao vivo um som onde o papcl csscnci, a l d a t r i b ufd oa u m a b a n d aclesu p o r te ,a Su g a r h il lB and, onde se i ncl ui atambi nr unu dos exemplos de trabalho pioneiro, politicamente engajado e secEiode metais.

Esta atitude fcchadaao extcrior por parre de Sr4viaRobinson levru rnilitantemenre inquiero. Conclusio, em meados dos arlos S0 csll cornpanhiaentrou rapidamenrelluma curva dcscendenteda qual nunca recupcrarir. I Primeiro grupo de rap exclusivamentefcmilrino.

I'he Iv4essage tema viril a ter a sua importXncia no lang: Este Fivet. The Rake co: E um dos tenas. Mudanqas fazendo um trabaliro onde, quer a temdtica, quer o uso dcl. No entanto, o cot-irri- Iros remetem para um novo estatuto rra forma de contest,rre buto de Atiika Bambaataanio se fica por estecambiar estdtico' provocar. Estc sctr- Proeminente e que passariia marc:: LnJ m ,r s r r , [ 1''i r ' Loolzing for thc 'trftct l eat, rtrtis ulTl lema de Alrike ll: Como diria T.

Islam responde: Um visual mais descontraido e largo onde o vestu- Shocb, CBS , com a ajuda dos scratcltsde Grandmixer drio desportivo, o baseball cap, ou as sneaherupassam a ter um D. Fuslo que serd conti- Mentores e cultores dexe looh slo inegavelmente os nova- nuada prolificamente no futuro. Estes rappers costumavam actuar com o c lds s i c oBtffi l o Ga l s. Homenagem ou vitimas da Mantronix, verdadeiros embaixadoresdo som eiectro, mistu- publicidade?

Os seus trabalhos mais inlagi- Mas a heranga dos Run DMC estende-sebem para aldm nat iv o s , e n c o n tra m o -l o s q u a n d o ai nda estavam na edi tora disto.

Isl em, concl uzi dapor C l vde V al entttr' para a revistaStras, Primaverade , p. E neste enorme seqtnento que a csta unilo resultariaem pleno2.

Mas o facto verdadeiramentenot'ivcl foi a sua passagemna MTV - poderos: Mas daqui em diante o popul ageo. Assimo rap, a par de esrratigiasde emancipagio e'je deserrvcti- rrniversodos que poderiam ouvir e ver! Portas q'r'J nttrlc?. Expoenre miximo clest. Bdcb rt: Agos l ,. Eis o l]-lc illrlfc: N e s te te m a p e rc o rre-se a hi st6ri a da A mcl ri gl cle Sylvia Robinson e Enjoy de Bobby pioneras,sugarhill negra, retomando a mensagem do Black is Beamiful, rcsirmin- 'Robinrott ,rapidamente surgem outras inclependentescomo a do: Mas o primeiro grande impdrio do x ual!

S e n d o o d i s c u rs o s e x i s ta re corrente no rap o prdpri o rapsurgiria em com a editora Def Jam. O repto de R ox;rtrne trante e poderosa de um adolescent e egocdnt r ico vindo de Shantd vendeu mais que o original dos UTFO. Na altr-rracom apenasdezasseisanos, rapidanlente daqui e rn d i a n te n a d a s e ri c o m o dantes!

A s mul hercs, as seimporia como um sex-symbolnacena hip hop. Por isso Respect! Nter Ice. Rirnas hibeis e fdceis, tv-[yradio, belieuerue, I liLe it loud bofia Fight for teenager masculino rebelde d retratado, com I'nt the man with n box that c,tn rot'k the c;nowd.

Doit tne,in to ffind other citizeus esforEo,os Beastie Boys cla ddcaclade 90 desrlarcaln-se definiti- But I bich tny uohtme tua,yP lst ]0 vamentedessaimagem de rebeidia adolescenreirresponsdvei'c A,1l story i. Os Public Enemy assinampela Def Jrr-nern Bum futsh The Show. Os ataquessucedem-se, tura de furrk, soul e rock - s6 possiveldevido.

A mensagemestda cargo cle rima comos nova-iorquinosSonicYouth no dlbum Gaa. Jam 19tr8 , o seu segr-tndo: A diferenqad que destavezo universode that yott'retelling u ouvintesd bem maior Verdadeira critica ao modo que I BoogirDoun d o Bronx em caliro. Itaturidadedo movimento hip hop. Talvez por isso seja bas- Madame CJ Walhermadea straightin'comb tante requi si tado par a palest r as em univer sidades, ou par a But yott tuon'tknow thisisyou weren'tshotun escreverno IYew Yorb Times.

Ouvi-lo actualmente d ouvir uma das forqas Thepoint Im gettin'at it it might beharsh tnai s pungentes do movim ent o, com o dir ia o pr 6pr io, ele 'Cattseue'rejust tualkin' around brainwashed rePresenta So what Im sayin'isnot to dissA mAn o uerdadeiro hip hop.

O seu estilo d inconfundivel, mistura uma enornle.. Brown e de Bobby Bird, o que, alids,lhes traria diversos f66es A dm ir a d o p o r mu i to s , n l o e s p a nta poi s, que os m;ri s nsy. Sendo I ued to rcll up, this is tt hold-up conhecidopor seu charnresensual,tambdm partilha destelega- Ain't nothin'frnny, sropsmilin' do politico de preocupagloe criticaI Amdricareaganista, embo- Be still, rlon'tnothin'mouebttt the money ramaistardesetorne unr pouco menosincisivoe mais macio.

Casirovastecnologiasdigitais,exemplo dissod o raggamuffn ou raga, d. Lntra- A" fiislaoentre o rap e o mos na Daisy Age! Aqui nlo hd respostas,nlo hd de: Este de, os segundosmarcam ponros com uma certa ironia e hurnor.

Now lefsget right on dotunto tbe skit i Mentoresdestanova escolasao os nova-iorquinosStetse- A babyis broughtinto a world of pits I sonic,oriundosde Brooklyn,colectivoque inclui enrreoLltros I And if ir couldbetalkedthat soon DJ Prince Paul e o rapper Daddy-O.

And the kid just shoole The motheris a jerle In hisfashionclassonceanA now an F Exuue me,Junleie T'herocleruleshint notu Which broughtthe work of the old The only designsbrt Into a new light Wereonceclotltesnzadefor Oshbosh lVhat a way Has conuertedt0 nzthinK but stonewash But this what a way t. But secondwaueforms belieuers Quest. Peace And belieuerswill walk to it then euentallet0 it and slry Nah, no my brother To--y Boy Mas tambdm devido utilizaglo proficua I'll tell the truth so betr tny witness da samplagem: Youdon'twanna wearit Bahloone Mindstate Tommy Boy , o seu terceirodlbum, No needto asbthat question,jtut donl mention Youknow whattlteansweris Did he takeany heedl James Brorvn, pagando a modesta quantia de d6lares,caso tudo se pass.

Nah, the boywashooked,yotr. Rainha morreu? Viva a Rainha! N46 pelo exemplo, embora emblemdtico, de Queen Latifah.

Outras estetrabalhopassarelativamenre despercebido Neste sentido, a mete-seem lutar contra a mis6giniapresenteno discursods voz feminina no rap articula sem rodeios os medos e simulta- muitos rappers.

Estepercursocontacom a neresmasculinos em certos casos determinantemente falocen- colaboragloexperientede produtorescomo Daddy-O, KRS- ftadose sexistasem potencia. Nlo obrigatoriamenteanti-sexista,como a maior parte dos Com Monie Love - a sua uirml europeiau- ensaia um dueto media o definiram, o rap no feminino estd mais virado para a fundamental, Ladies First All Hail The arenada contestaglo da sua posiglo na distribuiqlo dos papdis Queen, Tommy Boy , onde sem aracaros homens, se vai referindo I contribr-ri- sociaistanto das mulheres como dos homens.

Por outras pala- was, a restriqlo das suas capacidadesemancipat6rias d o produ- Elo das mulheres nas lutas rravadaspela comunidade negra. O videoclip d ainda mais pungente: Neste senti- testa. A prop6sito deste video, Latiffah comenra: Queria mosrrar combate dentro do pr6prio universo do rap contra o sexismo o que n6s conseguimos. Fizemos muito, s6 que as pessoasnlo rnasculino,ou ainda, conrra a luta pela valorizaglo da particula- conhecem. As mulheres sisters esriveram sempre no meio des- ridade do discurso feminino dentro do meio visto como predo- t as c ois a s h d m u i to te mp o , a p e n as nl o vemos i sso nrui tas rninantemente masculino do rap.

Mas se os JungleBrothersforam fungh lherese pelos homens no geral. O nome foi-lhes dado por Afrika Baby mdquina opressivada sociedade,dizendo a verdade como elesa Bambaataa dosJungleBrothers. Estreiam-se em Agosto de l9B9 vdm. E, pois, necessdrioesraralerta: I had a hunch negro i negro i negro isto: Pagarancaro o facto de terem assinado,para Tbput me bacleinto realiE, here'sShaheed: O seu som d caracterizadopor uma reflnada Sr-rgarhili, Def Jam e Tommy Boy, todas flt respectivamente, fuslo entre rap e jazz; talvez nlo seja alheio a isto o facto de pova-iorquinas.

Mas se quisdssemosfalar do Rap Porno, teria- terem tido a colaboraglo do baixista de jazz, Ron Clarterr. O que nos deslocar atd r Florida. E aqui que 6os forgosamente seu percurso discogrlfico d constante,de a langarn o fim da Meca do Rap, d aqui que Nova Iorque comega corfleEa hegemonia' qLlatro dlbuns, um por ano, sendo o mais aclamado de todos aperdera sua Low End Theory Jive Langariam, tambdm, a sua pr6pria editora, One Love. Queremos Cona , rap bastante explicito e logo classificado de Hd, pois, outros caminhos a trilhar: Tambdm conhecidos como os Eddie f aland o d o s te m a s d e s e m p re c omo a di scri mi nagl o, mas Murphys do Rap, teriam a sua consagragio mediltica e nos tri- dando-lhe outra volta, pensando positivo, eis o legado mait,r dr bunais ap6s a saida do seu terceiro dlbum As Nasty As They Native Tongues Posse.

VannaBe Luke l 3. O seu riso farnosoe cevernosoinspirar: Bass- baixossintetizadosque nlo deixam ningudm indiferenlq Embora o sexo seja um tema recorrente no rapl, nunca - estedlbum p6s Miami no mapa do rap e na boca de muita os 2 Live Crew ele foi tlo longe, a n5o ser talvez, como com gente.

Primeiro foi a batalhajudicial em torno da liberdadedq que Passoua ser conhecido como o Gangsta Rap. Nesta batalha tiveram o apoio de artistast5.

Esta guerras6 seriaganhaem , ap6svdriosrecursos. Depois veio a interdiglo da venda do disco a menores. Mais tardeserialibertado. SendoMiami uma das mecas origem mexicana e negros, fortemente marcados por uma cres- do cinema pornogrdficonorte-americano,e actuandoesta cente actividade de gangs como os Bloods ou os Crips, grupos facil- inddrstriacom tanto -vontadenestacidade,percebe-se rivais especializadosno trdfico de droga.

Ficariampara a posteridadeo not6rio Me So Horny, consrruido I A titulo de exemplo refira-seo primeiro: Depois de tanto sexo em plena era da sarnentos er6ticos..

Por outro lado o trifico ;[s droea finaisdos anos60, sairiamdurante a ddcadade 80 nomescomo muda o seu local de entrada nos EstadosUnidos, d" a,rtig" ,ot1 I Ctptain R"pp, Dream Team, Oftb Operation From The de Miami, passapara a California via Mdxicor.

O comdrcio d. Borom , ou Toddy Teet. Isto, claro, antesdo aparecimentode droga passaa ser controlado em grande parte pelos gangs,en I Mr. Os grandes gangs como os Bloods e os Crips, jd de si rivais, tornam-se ir-ri- !

I migos de morte, a parada era elevada,a disputa territoriai atin- gia niveis nunca vistos pois os interessesecon6micos em jogo O snovN HI p Hop eram imensos e aliciantes. Mas as comunidades continuavam abando n a d a s i s u a s o rte , e v i a m, i mpotentes, os seus fi l hos fonte inspiradora do gangsta. O chamado broun hip hop, origindrio do barrio bairro, policia de Los Angeles Lapd. O abandono era total, South greto, hood , d marcado pelo orgulho chicano, na raga e na sua Central era uma verdadeira zona de guerrillha, como algr.

Geralmente identificados como os membros dos gangs sombra do centralismo e protagonismo nova-iorquino atd o chicanos embora muitos nlo o fossem os pachucoscriaram aparecimento dos NWA.

Nlo que nada acontecessea Oeste, toda uma atmosfera esrdrica sua volta: A poldmica instrla-seno srio dr falarem calo, e de terem o seu pr6prio estilo musical. Embora o comunidede negra ao apercebcr-scque existiaurna esp6ciede plano mrqui.

Um dos documcntos ,. Os chicanos desenvolveriam esta arte desde os anos Pegando em bocados de carros do ferro velho criavam also Raza, tema incluido no ilbum Hispanic Caruing Panic Yirgin novo e frnico. Assim nasceu o lowriding, uma forma de arte: Hines d segundo a reuista Lowrider xtma das "Lendas do "Bill Lowriding"; o seupri. Guiar uma destas obras de arte era um sinal de orgu- Go to any extreme lho, de ser diferente, de ser chicano. Mas rapidamente este And hold tu no barriers culto passa as fronteiras dtnicas e d assimilado por brancos e Chicanoand Im brou,nand oroud negros2.

I Termos como homebole loc,rtnt a sua origem no ca1o,mas rapidamentealas- tram i cultura hip hop e ao gangstastyle. Mentirosad o seu tcma mais 2 O L o u r id in g i h o je e m d ia p r e se n g aconstanteem qual quer vi dcocl i p de conhecido.

Yo estoymalo Eu sou mau Tir no sabesque I thinleyour brain is hollow? Nlo sabesque nlo tensnada na cabeqa? Isto d pela Raga. Uma experi6nciaque se revelariainfeliz, como diria Kid Ice T2 Ti-".

Em l9B9 langa Freedotnof Speech Jttst d viver em Los Angeles,com a policia Lapd sempre perna: Six in the mornin',police at my door, ouenadafica a deveraosseusparesIce Cube ou Frah Adidas squeale acrossmy bathroomfloor, Or r. Em langa Gold arottnd my nech,m! O seu pri- firmamentocalifornianoda mrisicarap, embora a grandeinva- meiro dlbum Rhyme Pa,ys Sfte I9B7 , d emblemdtico, e a ima- slo jd viessesendopreparada hd algumtempo..

Electic Boogaloo. I Cross, Eazy carro de sonho de qualquerlowrider] o contrato que ligava a Ruthless Macola e alia-se Priority, Jochin'thefeaks, clochin'the dough, langandoem o dlbum que marcaria mais uma mudanqa Ruthless Vent to thepark to get the scoop, no movimento, o Primordial Straight Ouxa Comproz Knucleheadsout thereshootin'somehoop, O tema que detonaria toda a controvdrsia em redor do Cometalkin' that trashand we'llpull your card, grupo seria Fuck tha Police Foda-sea Policia: Knowin'nuthin' in life but to belegit, Don't quoteme boycosI ainl saltin'shit.

F,azyE conseguiuarranjaro dinheiro para que o disco ThEt haue the authority to kill a minori4t Fuch that shit cosI ain't the one I Dr Dre possuium longo e vasto curriculum: EazyE contrapu- Thinhin' eueryniga is sellin'narcotics czntamosa histdria uerdadeirado que i uiuer em sitios fita: Somosttma espiciede ssflo Compton.

Alguns ouviam os NWA rEdrrcres. Fazerdinheiro' ven- I dont hnow if theyfags or uhat dero m: Searcha niggadotunand grabbin' his nuts Com a saidade Ice Cube, Eazy E toma conta do microfo- And on the otherhand tuithout a gun theycan'tget none ne e editam Efil4zaggin Niggaz4lif'einvertido, ou seja Pre- But don't let it bea bkch and a white one tosParaSempre Ruthless Nessaaltura a Ruthlessainda aliada r Priority pela constantevigilincia nos seushelic6pterosmunidos de venderiacercade oito milh6esde discos,e eis senio quando as poderososholofotes.

EntretantoIce Cube deixao Ruthlessformando a sua pr6pria editora a Death Row, para tal grupo, por divergdncias vlrias. EntretantoBush substituiReagane a Isl6o,e langao seu segundodlbumt, o sombrio Death Certifcate juventudenegraamericanajd pouco esperadestesistema,restao cinismo e a revolta, as rrlusasinspiradorasdos NWA. Dr Dre rC ross, As pessoas gzstauamde ouuir caisascomoRrchard 4 Consta que Suge tinha ganho este dinheiro I custa dos direiros publishing.

Pryor e Dolemite, coisasobscenas. Eu queria que aspestlltsdissessem: Se quisermos ir mais aldm de apadrinhar a rapper Yo Yo. Nlo restam d vidas que se tra- Em Dre, o uMarley Marl da Costa Oesteu, lanqao tavada editora de rap mais bem sucedida de sempre! Estd inaugurada a era do G-FLrnk, aliis, 91o. O estilo gangsta atingia um uestado de perfeiglo , mas como diria o pr6prio: Chronic, 6.

Delores Ti-rcker cabegadesta referdncia ao uso festivo e recreativo da marijuana, o qlle em cruzadaanti-gangsta. Em qr,restloestavatambdm a pr6pria vida c onj u n to c o m o s e s fo rg o s d e s envol vi dos nesse senti do por privada de muitos destes rappers.

Iluminismo Portugues.pdf

A censura d cerrada, e vai Cypress Hill tornam a cannabis a droga de eleiglo do gangsta harcando alguns ponros, como d exemplo o rompimento do rapl. Este ilbr-rm multi-platina iria permanecer cerca de oito contrato que unia a Time-Warner i sua filial Interscope que mesesno Top l0 da revista Billboardz.

Os rempos eram dificeis, mas o merca- do nlo parava de crescer. A procura aumentava, e a Costa Oeste r Ultr a p a ssam e sm o o u n ive r so d o gangstarap, exempl o: O' Joe. Nomes q,t. Nova Iorque contra Los Mas o gangstan5o se circunscreveao perimetro caiifor- f,ngeles,Leste contra Oeste, nem maisl Com o ill: Mas convdmnlo esque- de hoje.

Estandonaslidesdesdel98B, s6 em langamo cerque estarivalidadeclinica estana basedo hip hop, na ver- primeiro: Mas pareceque desdeai o machado mas a GeffenRecordsrecusa-se a distribuir o dlbum devidoao deguerranunca chegoua ser enterrado,apesardos esforgosde conter. O grupo separa-se: O minimo que se pode dizer d que elessabem American. O grupo volta, mais tarde, i sua antiga editorae do que d que esrlo a falar,o tesrernunhonlo podia ser mais grava o controversoe aterrador 'Ve Can't Be Stopped Rap-A- veridicol -Lot i - na capado dlbum apareceBushwickBill no hos- Mas outrascoisasiam acontecendo na Naqlo do Hip Hop.

As suas rimasslo moralmentecorrosivas, e altamentesensacionalistas, contandoasest6riasmais terriveissobreo mundo subterraneo do crime, glorificando a violaglo, mutilaglo e viol. My definition is tltferent ertcarare abordar o rap.

O free-sryling d repegado por alguns, fom euerybodyin ltere. A Tomorrow I night be I might be into consciousness. It is a number of dffirent ideas, lifestlbs, do gangsta, deitemos um ltimo olhar ao impdrio Death Row. Dr Dre parece estar amaldiqoado, ettl I Depoimcnto leito numa nresa-recloncla organizlda pela revista Ebrtutntry rnasnlo d o hnico. Desde que KRS One jd se interrogava ,os seus dor, nlo que 2Pac fosse algum santinho, mas entre os dois JsFrom You?

Quem nos protege da policia? Houve pilhagens, d um facto! The Tday Theory, com o pseud6nimo que viria a usar no guerracontra os proprietdriosl Casasde habitaglo' escolase igre- futuro, Makaveli. Serd o sui: Os protestos alastram-se por toda a n'r pelotlo da frente? Mais recentemente ainda, Dre vem decla- Amdrica: Slo Francisco, onde a maior parte dos protestantes rar a morte do gangstae jrrntar-sea rappersda Costa Lestepara eram brancos, e um pouco por todas as chocolatecities' No gravar Been 7-here,Done That.

Este acontecimento d um marco na hist6ria ameri- do o dlbum Bow Down derclarandoque o gangsta nunca esreve c"n". Lll L Os sinais de alerta Angeles estavaa arder.

A revolta que corrreta nessedia tem ori- e preocupaqlo hd muito que vinham sendo langadospor rnuitos gem na decisio do tribtrnal em nlo condenar os poiicias que rappers: Hill, etc. Mas quem d que os ouvia realmente? Espancamento captado em video e passado nas televis5esde Como resultado destestumultos surge um trabalho curioso todo o mundo.

Para mr-iitos jovens negros o facto dos policias e que marca uma trdgua tempordria entre os dois super-gangs brancos nlo terem sido condenados era a prova que faltrva de de l,A: O dlbum dai resultante d um verdadeiro docu- rnento social, Bangin' On rVax Dangerous Indo buscar inflr-rAnciasa dreastlo diversas conro o rock, and still there'snothing uorth watching ou i heranga contesrariria dos Last Poets ou Public E,nernv. Mlrca- absorbedin it'suorld it'ssohard tofnd us dos pela voz articulada e desafiadorade Michael Frantir, g51s our mindsthe most It shapes duo comega por descarregara sua ira na maior das instittrig6es maybethe motherof ottr Nation americanas, a saber, a Televislo, no tema de fuslo rap-rock shouldremindus Teleuision The Dng of The Nation: Esteilbum d um dlbum politico, com trutivel, como slo exemplosos temasMusicAnd Politics uma agendaque percorrealgunsdos problemasda sociedade americanae da sociedadeocidental,inserindo-seperfeitamente na heranqadeixadapelos Dead Kennedysde critica corrosiva Mais tarde participariam e produziriam Myfsx man urn dlbum do autor de Festim Mz, William Burroughs, Sparr I u,asa hitman tuith nofiendt Don'tlou hnow me?

Boo Yaalsen la cdsa Esta hibridez, esredesejode fuslo enrre o rock e o rap,d Causeeueryday thingsget a little crazier superiormenteexemplificadopelo dlbum que servede banda As I stepto the microphonearea sonora original ao filme JudgementNight Sony , de Firsr I call ny city StephenHopkins.

I Cypress Hill, Latin Lingo. Up and down the blud. Im the westczastsettin'it 0n, n0 one'sreala', Thispig is known asa Narco, Get'chafx of the uncutfunll If hesa pig 0r not, we hnow that he couldbe.

A small doseof the shunk weed,lileeit'ssuppose to be, Thispig he'safuchin'fag, fuIoueit up,just moueit on ottt, Soall his homepigsthqt call him a pussy.

EuerytimeI makeA lnoue, Smoothand togetha, Em resumo,os CypressHill levantarambem alto a bandeira Ratu like leatha, do hip hop feito na CostaOeste,lembrandoa todosa importin- Ain't goin'out lileea punk, neua, ciada cultura chicanaparaa emancipaElodo hip hop california- Checkit out, 1,2, Cypress grooue no. Aproveitando esta mard, vemos surgir, vdrios grupos que groouel. Chechit lut, 1,2, Cypress continuama defenderos valoresdo pachucoe da cultura chica- na como: Estaposserem-sealiado frequentementeaosseuscorreligiondri- Thispig he leilledmy Homeboy, osde origemsamoana, os pesos-pesadosdo gangsta,os Boo-Yaa So thefuckin'pig went ltt a udL'dtion.

Na base dg E aqui que se cri ari r l l rova geraglo de MC's de Los Angeles: A diferenqa entre o preendeos talentosde Romye, Tie, Imani, Fat Lip, DJ Mark feestyling e o rap-formatado, ou previamente escrito, d a capaci- Luv e J-Swift, nlo representaa Costa Oeste,Leste,a Amdrica' dade de criar, de improvisar sobre um breakbeat batidas conti- nem nenhum bairro. Eles representam-se a elesmesmos. Tirdo nuas executadaspela alternXncia entre um gira-discos e outro , pelo amor I cultura hip hop.

Estesestudantesda SCU South envolvendo a administraglo correcta da respiraglo, da modula- CentralUniversiry nlo slo adeptosdo G-Funk nem do gangsta' g1o, da entoaglo dada rspalavras,construindo uma est6ria frase o seu som esti. F,m langam o aclamado Music l99l , o freesrylere Aceyalone: Chry- ;lb11m fiut a tricle,to smelllter scentand try to sneaba tuttch o titulo d retiradodo tempo que levarama conseguir salis , Oh, horuI wish I couldhold her hand and giue her a hug.

Misturando a soul, o jazz, e outras 6fl contrato discogrdfico. He uas a thug, ltis name wasLee,he aliandoconteddopolitico, mas nio deixandode ser 5eeoridades, drouea Z, uma dasboasreve- coole tranquilo,leva-osa seremconsiderados He'dpich her upfom schoolpromptly at threeo'cloch. Dessedlbum faziaparteo tena I wason herjoch, yesindeedy. I wrotegrffiti on the bus. Although I am blackand proud Shekeepsonpassingme by.. I don't know uthereI cango O futuro do rap passacom certezaporaqui! Tb let theseghostsout of ryt shull Em Oakland, zona da Bay Area de Slo Francisco,tambdm My grandmaspast, my brothersgone se revisitavamos terrenosdo fees4,ling.

Por trds deste movi- I neuerat oncefeb soalone mento de regresso s origens esti a pzsseHieroglyphics, que I hnotuyou'resupposed to be my steeringwheel compreendeos talentosde Del Tha FunkeeHomosapien, Not just m! But lord I asleyou home Antes de voltarmos,definitivamente,. Costa Leste,passe- Tb be my guidingforceand truth home mos pela Georgia,terreno dos Arrested Development. Dificii- For somestrangereasonit had to be home mente enquadrdveis no universohip hop, a sua preocupaglo He guided me to Tennessee home afrocdntrica,p5e-nosao lado do legadoiniciado pela Native Taheme to anotherplace Tongue Posse,mas utilizando uma esrdticaalgo diferente,talvez Taheme to anotherland por isso tenham sido catalogados na categoriade rap rurall Os Mahe meforget all that lturts me AD slo uma verdadeirabanda,com ideias,pr6ximasdo afrocen- Let me understund yoxffplan Lideradose produzidospor Speech,iniciam-secom o Chrysalis Nova Iorquenlo parou.

Com KR. FreeMumia d essencial. Build YaS[27l2,com l]usta But mabesureliueyou is a doperhymesayer Rhymes, d um manual de freestyling. Rappaz R. Dainja Rappersare in danger d um aviso.

Dainja e Vannabemceez,e de Diamond D para se percebero caminho a seguir. Paratodos os que possamperguntarquem d DJ Premieaa Ifyou don'thnow me by nou I doubtyoill euerhnotume respostaleva-nosinvariavelmenteatd aos Gang Starr. Um dos I neuerruona Grammy,I won't win a Tony maisimportantesgrupos no seio do movimento, nem mais! Bttt Im not the only MC heepin'it real Senlo,reparembem Hard ToEarn Chrysalis Guru continuaa mar- Theshit mahes'emfeel lileeLittle Big Man car pontos.

E marcardmuitos mais ao formar a Gang Starr yearsold catchin'wreck Ttuelue Foundation. And what about the motherand the child shecherished? The city is wild, up stepsthe tuild child I leapouerliesin a singlebound Tension,anger liuin'in danger Vho areyou? Mas seisto d pouco,ainda Hefeared this day would come hd mais. Em , Guru decideiniciar o projectode fuslo entre Im hot on his trail, but sometimes he slipsaway rap e jazz , Jazzmatazz. Lee, entre outros.

Em sai. Cluru decideiuntar, desravez os t'rlen- ticipantesno dlbum Hard Tb Earn. Estreiam-secom o ilbum Bacdafucup plam excertosde filmes de kung fu: Estegrupo compreendeos talentosde FredroStarr ou M. E-T H. E-T H-O.

Youdon'tknow meandyou'don'tknow m! Esta Tasrr vinda Stylewill hit ya, wham! Joee The Roots. O tema que di nome ao i l bttnr' Liuin'l'roof, d como diz Lil Dap "a est6riaclasnossr vidm e expcriincirs, Hittin youfom euer!

I tau. Ainda It's the Method Man ain't no if andsabout it nestabanda sonora encontramoso tema Semi-Atttomatic: Full Iti theMethod AJgunsdos membrosenvol- diversasdirecq5es. Method Man assinapela Def Jam, algudnrpard-los? Num registoca. AssassinKnotuledgeOf The onde o hip hop, e em especial a sua vertente musical - o raP - Remanipulated Axiomllsland , fruto do gdnio criativode comega a crescer. ST , i muito maior e o acessoao trabalho criado nessespafsesd mais Material, etc. Se nos Est ados hip hop.

Sobem ribaltaoutroscendrios,outroslocais,outros Unidos o rap d a voz das minorias que nlo cala as diferentes dis- paises: A viagemagorad escala planerdria E assim na Alemanha, onde o rap aparece amplamente representadono seio da juvent ude de or igem t ur ca, ou em Franga,onde o rap se apresentaem locais onde a mistura cultu- ral d maior - as banlieur-sde Paris, Marselha ou Lyon - na Grl- -Bretanha ligado is comunidades das WestIndies Caraibas.

Q objectivo deste capitulo d, igualmente, o de mostrar a No hip hop a legitimidade nlo 6 um lugar carivo, d uma posigao o crescimento do universo hip hop, e o de dar a conhe- forgae que se ganha a custo, sem trdguas na critica social, e isso r-rio projectos que se desenvolveram um pouco por todo 6 cer alguns uma listagem, necessariamente incompleta, especifico de nenhum grupo ou etnia. Ar-EueNse Um dos passospara que essalegitimidade se concretize Gnupos: Ora, este facto d o culminar, d o CheebaGarden porlto de viragem quando falamos de hip hop local numa escala FreshFamily grupo turco-africanode Diisseldorf global.

Formalmente dnico, o rap -. Alibi Brasilia. G Brasilia. Com O NossoRaciocinio! GabrielnO Pensador, Sony, Zimbabwe. Ainda E Sao Comeqo Sony, PoetaUrbano Arnenaza I Com a colaboraglo indispens: Delabel, Cok. DeeNasty Polyclor, Geronacion. Deenastyle Polydor, IngredienteGris. Posse DemocratesD. UneSaleHistoire ks Little Fabe. LesVrais Mercury, Le Crime Paie. Ragasonic Source, TimeBomb Vol. LesCool Sessions. Ricidiuiste Delabel, Gnupos: Loue And Life: Patriot Games Vinyl Solution, futicolo IncredibileOpposizioneDal Viuo MC Mello 'O'.

Weaponk My Lyric Mango Street, The RuthlessRapAssassins A. DJ Honda Sony, Yume File, DJ Krush. Knrsh Vinlos: Strictly Thrntableized Mo'Wax, Full Iti theMethod AJgunsdos membrosenvol- diversasdirecq5es. Method Man assinapela Def Jam, algudnrpard-los? Num registoca. AssassinKnotuledgeOf The onde o hip hop, e em especial a sua vertente musical - o raP - Remanipulated Axiomllsland , fruto do gdnio criativode comega a crescer. ST , i muito maior e o acessoao trabalho criado nessespafsesd mais Material, etc.

Se nos Est ados hip hop. Sobem ribaltaoutroscendrios,outroslocais,outros Unidos o rap d a voz das minorias que nlo cala as diferentes dis- paises: A viagemagorad escala planerdria E assim na Alemanha, onde o rap aparece amplamente representadono seio da juvent ude de or igem t ur ca, ou em Franga,onde o rap se apresentaem locais onde a mistura cultu- ral d maior - as banlieur-sde Paris, Marselha ou Lyon - na Grl- -Bretanha ligado is comunidades das WestIndies Caraibas.

Q objectivo deste capitulo d, igualmente, o de mostrar a No hip hop a legitimidade nlo 6 um lugar carivo, d uma posigao o crescimento do universo hip hop, e o de dar a conhe- forgae que se ganha a custo, sem trdguas na critica social, e isso r-rio projectos que se desenvolveram um pouco por todo 6 cer alguns uma listagem, necessariamente incompleta, especifico de nenhum grupo ou etnia. Ar-EueNse Um dos passospara que essalegitimidade se concretize Gnupos: Ora, este facto d o culminar, d o CheebaGarden porlto de viragem quando falamos de hip hop local numa escala FreshFamily grupo turco-africanode Diisseldorf global.

Formalmente dnico, o rap -. Alibi Brasilia. G Brasilia. Com O NossoRaciocinio! GabrielnO Pensador, Sony, Zimbabwe. Ainda E Sao Comeqo Sony, PoetaUrbano Arnenaza I Com a colaboraglo indispens: Delabel, Cok. DeeNasty Polyclor, Geronacion. Deenastyle Polydor, IngredienteGris. Posse DemocratesD. UneSaleHistoire ks Little Fabe. LesVrais Mercury, Le Crime Paie. Ragasonic Source, TimeBomb Vol. LesCool Sessions.

Ricidiuiste Delabel, Gnupos: Loue And Life: Patriot Games Vinyl Solution, futicolo IncredibileOpposizioneDal Viuo MC Mello 'O'. Weaponk My Lyric Mango Street, The RuthlessRapAssassins A. DJ Honda Sony, Yume File, DJ Krush. Knrsh Vinlos: Strictly Thrntableized Mo'Wax, Meiso Sony, JazzHip Jap 1 SevenSamurai, YellowMellow YellowBaby giIe, Salam lsland, Rhymaster.

Ore ni lutaserya File, LesPortesDu Tbmps Unik. FreshSnrf Our Of Tune, Iti insane,scary,tippy, uerydopeand the mostexci- ting thing to happen to hip hop for years. Dr Dre on magic mushrooms? Suen Vath doingjeep beats? You're Eortones: O trip hop d irremediavelmente diferente do rap Porque esti ancorado numa premissa basilar em contraponto com um dos principios fundamentais deste dltimo: O rap, como vimos, d indissocidvel de uma certa cultura da oralidade e da expresslo por palavras num tom proposi tadam ent e pouco m et af 6r ico e elipt ico por que incontornavelmente inspirado pela pr6pria vida dos rappers nos guetos,verdadeiros circeres culturais, sociais e residenciais.

O que o trip hop vai buscar a este dltimo d a matr,iragao ritrno e suPortes cdnicos da tenslo criada pelo baixo- da ideia de que atravds de um break-beat se pode transnritir Com a colagem ad eterrurm dessascomponentes sampladas todo um manancial de referAnciasculturais, principalmente obtemos um loop, e com a repetiglo desse6ltin-ro na circularida- afro-americanas,e que visa a perturbaqlo da estrutura hanr-r6ni- de fri'sicado rap, alimentamos a noglo de que essamesma tem ca e mel6dica sobre a qual assentainconrornavelmente a m sica uma funElo cultural.

A de marcar a continuidade idendtd- ocidental branca. A forga do rap passaexactamente, e rambdn , ria da comunidade afro-americanae a de promulgar a sua forEa. O trip hop 6, numa paiavra, o nos , po s te ri o rm e n te p ro i b i d o s p a ra dei xarem de susci rar o lado metaf6rico ou eliptico do rap. Mas entlo nlo existem dife- medo aos seusproprietdrios: A inovaglo do trip hop passamais pela contemPoraneida- Sister Souljal in Rose: A repetiglo sincopada, podendo incluir variag5esdo desapareceno trip hop porque, possivelmente, essaprimeira break-beat, e a profundidade pseudo-mel6dica do baixo slo as nio d mais percutante ou porque deixou de estar associada I duas chaves fundamentais para entender a construqlo ironica- irrever6ncia salutar dos griots da Golden Age, ot ainda, entre mente simplista do rap.

Essa particular apreensS. O uso do sampier d primordial no rap, porque vem musical genre best brt to hw riding Americans obsessedtuith permitir um maior doseamento dos elementos ritmicos e ilus- guns and girk with big bottoms. But notu all that is changing. A forma sui generiscomo montam e desmontam proveito incerto porque consrantementeem construgSo.

Mandela: Long Walk to Freedom - Wikipedia

We don't bat,ea g6estdcnicas pr6prias dos instrumentos e da simbiose fortuita ou nlo entre vdrios, mas sim e teo s6, da imaginaqlo e do back- fttpper. We createsounds- it's our uoice. Fazer e desfazer,usando o que das seuspilares conceptuais,ao rap. Como este fltimo, as suas estd. E, nlo existem pontos de che- infludncias podem estar ancoradas a outros estilos musicais gada 6bvios e evidentes.

O leque de contribuig5es s6nicasno com o recurso nico da colagem s6nica ao infinito: There's d aumentado pela sua reapropriag5o tecnol6gica. Com efbito, o a history in tuhat people call dub mwic, there'sa lot to say about trip hop encarregar-se-ipor um lado, de re-traduzir esteshlti- what people call trip hop and ambient, but I thinh all those are mos luz dos ensinamentosdo dub e por outro, de os revestir just words that intermix uhen it contesto sound.

But it's all just sound experienceand experiencing rhythmic cyclesand dffirent juxtapositions of rhytmic cyclesand texture that createsound collage. A arquitecturas6nica Jeambulag5es sdbiasdos protegidosda Ninja Tirne, sob o lema: DJ Shadow d, sem dfvida, um dos nomes sonantes da cena de vanguarda e experimentalismo autodidacta. O resultado nlo d trip hop, talvez um dos mais directamente influenciados pelo tlo evidente em termos comerciais, mas vem provar, acima de fraseadodo rap, que mistura, sem ambivaldncias, aos pressupos- tudo, que a lucidez visiondria em termos musicais neo passa doravante nem nunca passou pelas majors ou casaseditoriais de I Citemos por exemplo, a Heavenly Records,centrada na desenvoltamistura grandeporte.

A Clear, em Toda esta reorganizaglo de sonoridades i volta de um i1 finalmer. Ahhough kbel ownerJamesLauellefnds the genre title o. Both compihtions Royaltia Ouerdut, traduzir a diferengaentre esta concepqio n. O termo d forgosa e uL Propositadamente usnob,, mas bem explicito e Litil para qualificar as produg,iesdas and DlShadnuarepioneersofthisfull-onforce. Matt Callanan in Sour Titnes. Na basedesseprendn- porque ri do rap,e asbasesmel6dicase harm6nicasda mr-lsicapop.

All thepotential isjust now being realized. As soon r spidase secasde break-beatslangadosa bpm e de linhas de! Os dois pilares conceptuaisfundamentaisdo rap estlo 0 jungle: Do culto dasraues cultura do jungle tudo se passa ment sincerauesstartedin O jungle d um dos ' The cha. Simon Reynolds, in Details, Jan 95 1 As rauessio conceptualmenre uma versio revista e corrigida das block-parties nova-iorquinas.

Decididamente o junglel nlo d o resultado da fus1o entre o Por principio, slo organizadasilegalmenteem locaisimprovisadossob conshnteameaqa.

The ernanados a um ritmo situado entre os e os bpm. O jungle, e subconsequente- indolenteoposto a um ritmo francamenteexaltado. Becaruethey ex? Vaziri ' bassembody a ghettocentric suruiualist toughness, Simon Reynolds in The Wire, Serembro de Levanta-se, patrioticamente britinica. O intelligent jungle ou ainda, o deep nestesentido,pouco a Pouco o vdu, sobreo advento. A tenddncia hardstep, estritamenre As origens reservadais pistas de danga, representa o lado mais exaltado e Foram anosde descoberta da terra ausente.

E dosseus desenfreadodo jungle, tendo em Grooverider a figura iconogrdfi- anseiosde mudanga. Conuersasna Casa dos Estu' ca por exceldncia.

O jungle, como o trip hop, qile apontaudmpara uma ordem diferente. Foi um ritmo construido sobre a pr6pria desconstruglo sincopada e exci- caminho longl e Perhffbante.

Trata-se, em suma. O surgimentodo rap em Portugald um enigma? Ou exis- tem factoress6cio-hist5ricosque indiciam o desencadear do grito amplificado dos MC's portuguesesactuais? E que dizer dosDJ's ou dos constructoresdos break-beatse das condiq5es de evoluglo dos seustrabalhosem funglo directa da escassez taure ant!

Gollle's dosmeios e dos recursos? Thesefusionand ambient inputs haue helped Goldie reuolutio,nre 'l-inreless' recuarno tempo e nasest6riasno imbito dessaanilise? Jungle not oncebut thrice. Esta nova forma de danEaconquista rapida- indubitavelmente rock'n'roll, pop ou new wave, de pedra e cal e mente alguma juventude, dtnica e geograficamente indeferenci- apreendida por um pfblico at6nito ainda a descobrir com que ada. A moda aguenta-sedurante cerca de dois anos 83 a 8!

Sim, na medida em que a sua banda sonora est: A amdlgama medidtica entre movimento, porque mediaticamente veiculado como fugaz e a situaEio social e cultural das familias nos subfrbios clegrada- efdmero, lado a lado com o yo-yo ou o cubo mdgico!

E atravdsdos Public Enemy ou de Run DMC que se num paral el i smo c6m odo e no sensacionalisr nopr 6pr io da comeEa a ouvir falar de rap, em zonas residenciaisnos arredores associaqloimediata.

Contudo, a situaglo econ6mica das fami- de Lisboa onde se concentram uma boa parte das familias de lias de origem africana, ligadas i rede de imigragio quc se imigrantes de origem africana.

No inicio da ddcada de 80, o teceu entre Portugal e os PafsesAfricanos de l. De um modo geral as aproximag5es tdcitas daquilo que se le, ni. O espagohabitacional d uma manta denominador, as investidas do Gang Sugarhill, de Grandmaster de retalhos, onde coabitam simultaneamente uma classeL'raixa Flash e de Afrika Bambaataa pelos break-beats ainda revolucio- etnicamente indiferenciada, retornados, e uma mais recente nd.

Vitimas de uma inte- nizaglaoe I norte-americanizagio da sua programaElo, que passa, desde jd. Eterno, porcluea vontadede voltar d sucessivamente adiada. Sentindo na pele esta discriminaglo institucional estavam os jovens luso-africanos,quais bodes-expiat6riosdo atraso estru- Miratejo estd para o rap em Portugal, como o Bronx estd tural do pais, que nlo mais irlo retomar o caminho acomoda- parao rap nos Estados Unidos.

Margem Sul slo facilmente apreendidas por estes potenciais destaque que Miratejo margem sul do Tejo surge no mapa da MCt. A escassezde meios d crucial na fraca visibilidade daquilo contestaglo I ordem e aos costumes. E d com este pano de que se vai dizendo gritando, mas nlo d impedimento suficiente fundo que o rap entra mediaticamente em casado pacato cida- paracalar as suasvozes, bem pelo contrdrio.

O recurso ao beat- deo luso. Em qualquer lado o rap comega por serunderground. Portugal nlo d excepElo. O rap para nds comeqou na Margem Sttl, onde hauia um TuPo muito grande e do qual faziam parte muitos dos elementos das bandas de agora, o prtiprio General D e nds Os Lideres da Noua Mensagem. O grttpo chamaua-seB Boys Boxers e qttasetoda tt genfu gostaua de rap. Resultaramnum fracassocomercial,por um no 11 6 0 , 2 l l 0 l l 9 5. O caho nova-iorquino corresponde a uma realidade dis- tante.

A realidade quotidiana angustiante dos uovos rappers senridoda visibilidadeeminentedo grito da inteligentsra subur- porrugueses passapela apropriaqlo de uma linguagem especifi- banaradicadanas margensda produglo e consumocultural, ca, terra-a-terra, antimetaf6rica e explicita no que toca I enu- masserlo, sobretudodois passosem frente no sentido da evi- meraglo dos problemas vividos em Portukkhal.

Mas s6 o portuhhhts nlo serve, d necessirio ir buscar inspi- raglo ao manancial cultural com origem em Af. Continuavam a ser as suasvozes as que se ouviam nos primeiros progrrnras de Porlugal 0 ,, Pensadolrt ridio, especialmente vocacionados para a difusio desta nova Porque estamos no mundo, temos alguma coisa para inveng6o negra.

Ati hoje em dia como o guru do rap nacionai. SeguindoJhe os pas- porque se aspestoasperceberem aquilo tem mais forga. In rev i s ta E x pres s o, Antena 3, ai langando um verdadeiro uRaptor. O prograrna n" ,2ll0ll Entretanto as rddios I Ve r Glo ssir io. Para os mddia, tudo se complica. Em lingua oficial de um rap que tambdm se vende, e que por ourro ao concerto de Gabriel uO Pensador ' no redne para assistir lado vem alimentar a sua reoroduclo em terras lusas.

As condig5es acdsticasdo recinto nlo slo as Nio seja um imbecil. N6o seja um Paulo Francis rnelhores,mas nlo d por isso que o concerto nlo se torna um Ndo se imPorte com a origem olt cor do seu semelhante enorme acontecimento. No final do concerto Gabriel re ne-se ll O que i que importlt seele i nordestino e uoc?

Se uoc? O sensacionalism o dos faits-diuers rixas, homicidios, roubos, etc. No meio desta teia a dia das familias dos bairros degrados da cintura litbo. IuIasqueselixe o gouerno Surge o colectivo Rapriblica Sony Gravado em condi- PorqttetransformouAsrrrltsnum inferno g5es desfavordveise num curto espago de tempo, onde a [4.

Cheiasde drogas,sida eprostituiqfro ritmica d linear na maior parte dos temas, mas onde se desta- E naofaz nadapara mudar a situas1o Com Nadar impera fundamentalmentea vontade de Que bom que seria igualdade entre as ra1as reivindicarum direito: Nadar, exemplo emblemdtico de um Viuer entre si e deuem conuiuer entre si cleanly-rap!

VamosLi ao nosso assunto Minino e minina rabola st. A relevAncia do crioulo d evidenciadxs pronlulgadl outrosrappers que niio sotthessem nddar.

Era uma questlo de neste6nico tema, mostrando que o legadoafricano niio foi marketing e astllcia,atd porque imperavaem alguns rcrrrpo, inseridosnesra posto de lado, bem pelo contrdrio. O cul- minarmedidticodestaprojecqlo,e quiEride um mais claroreco- nhecimentodas potencialidadesdo rap luso, d evidenciadana Depois do 6xito Rapublica, o vazio? O futuro do rap luso atribuiglo dos prdmios de m sica para Artista do parece passardesesperadamentepela procr,rrade outro hit igud- "Blitz 95,,, Ano a GeneralD, e Grupo do Ano aosDa Weasel.

Era evidente, enteo, que campanhas langadaspelas editoras no Ambito da angarirqiro de Tony, Jo. Da Covilhl - do nguetochamadointerior, das Esta actuaglo de MC's pesadas e rffidas do rock undergroundluso. Penao pre- naglo das mulheresno rap,, irrompem no universohip hop dominio dado ao MC, exigia-setambdm a presenqade Dj's, nacional, as Jamal, posteriormentere-baptizadasDjamal.

Infelizmenteesteespagoencer- Actualmente,apresentando-se sobre a forma de quarteto - X- rariaaindaantesdo inicio do Verlo de Yen Sungsaidos Da -Sista,Sweetalk,Jumping, Jeremy- assuasinvestidasslo vistas 'W'easel no momento em que o grupo estavaem estridioa gra- como ameagadoras paraa hegemoniamasculina,potencialrnen- var o seu terceiro dlbum - 3.

As suasinfludnciasrepartem-sepelosCypressHill, Carvalho. Tiabalhoucom elesum produtor americanocom nome na l9cl6 4 um ano apagado,compsrativamente a , em Praga- Troy Hightower.

Quando se quer, d possfvelarranjar vdrios aspectose em especialno camPo da ediqlo discogr: E a diferenganota-se! Enuetanto, General D vat na hist6ria do hip hop em Portugal. Sleillzpara dar e vender, sondandooutros tnercados,num pdriplo que o leva atd Franqa' representando o puro som hip hop, sem cerim6niaslSalienta, ai vendo editado o seu dlbum Pd Na Tch6nKarapinhaNa Clu' ainda,o 6ptimo trabalho de produglo de DJ C-Real, parece tainbdm, algunsconcertos.

Mas do dlbum que saiu em Fevereiropouco tlqt fazzr am hip hop que txtral,aza os limites da canSiioanri-racista e lnti-fob" rnaisse soube. Anunciado par 96, estavao primeiro: Assinala-seainda a colaboragio do General I corn os gauleses2 Bal 2 Neg' tendo em vista o seu pr6ximo dlburn. O mesmo - colaboraElo com produtores franceses- veffi acon- tecendo com os Black Company, tambdm tendo em vista o seu pr6ximo trabalho.

Surge,tambdm, a primeira loja de hip pais intervenientes na cena rap lusa. Aqui vende-se roupa, mixtapes, e enfim, 6edia pelo impacto das suas rimas, outros na vanguarda e na trabalha-se em prol do hip hop. Assim sendo nlo d de espantar retaguarda, imprescindiveis divulgadores do estilo.

Mas todos o s eu l u g a r c o mo p o n to a g l u ti n ador de todos os homeboys envolvidos nesta forma hip hop de estar e de sentir o que lhes aqudm e aldm Teio. Eis o seu testemunho em discursodirecto. Comoi quefoi 0 teuPrimeiro contactocomo rap? Comecei o contactodesdea old school. Foi nos tem- posde Melle Mel, nlo sei se te lembrasde Melle Mel? Nessa alturacomeceia ouvir, estavano Top cd em Portugal,os gajos tinham passadoaquelacena e foi a partir dai que comeceia ouvir muito mais rap.

Lembras-tedn data? Pd, nlo me lembro da data, oitentae tal Finaisde oitenta. Mas rap d uma coi sa e essa btica. Claro que eu levei com o breakdance todo. Com o Tlrrbo. Fui ver essacena ao cinema e tudo, tambdrn i. Eu sei isto ou rimo assim E o outro gajo chegavae Ya, pd o pessoal estava mesmo dentro da cena, curtia bud, e 'rava-sea estiifixe.

Issoera na Amadora. Comoi qlte era A cent na Amadora em B0 e tal? Lembras-te de alguns? A cenaeramaiseu e o Meilo. Lembro-me mas n5. Lembras-te dos notnes? Muita da cenaeram gajosnossosamigosque estavamfora Sim.

Evelyn Ntoko Mase

Lembro-me de Break Machine, que era um grupo, e e vinham passarfdrias,ou gajosqtre conseguiamir para fora e havia uns gajos que se chamavam Break Dancers, que eram depoisvoltavame traziammontesde cenas,porque mesmocd a dois gajos. Tinha algumas k7k dessacena.

Comprava-semuito pouco. Lembro-meque comprei RochsteadyCrew? Um single. Que eu tinha ficado todo maluco com aquilo. E Essacenadttrou quanto tempoem Portttgal?

Paramim foi o mdximo! Nlo sei. Aquilo foi um bocado rdpido. Um ou dois anos, foi isso. Depois apareceulogo Footloosee cenasassimmuito O pessoalque ia para fora lue tipo depaisesi que eram? Alguns conseguiamir Amdrica,mas era muito raro. Bastavair a Espanhaou assime jd tinham acesso.

Aqui d Como d que pressentisteo rap? A cena de hip hop eu nio pressentique tivesseo power qLte tem agora, 'tds a ver? Nunca pensei. Para ti comod que era? Foi um grandepower. O que i que se ouuia nessaabttra? E dai h rima em portttgtt s, Deixa l: Nlo me lembro assimde repente.

Amalta curtia bud aquela cena, curtiarnos mesmo mr-riro. Porque d assim: Agor a' a int r oduElo de um imagem de gueto, Porque a maior parte do pessoalque ouuia cal1o, ou a mistura de algumas palavras atd angolanas, no Por- naquela alttrra o raP erd Pesszalque uiuia nos subtirbios? E normal. Um gajo Sim, acho que sim. Era uma meter aquilo o mais marginal possivel e meter aquilo de uma cena que no gueto a gente ouvia nresmo tranquilos e sem Nlo d?

Por que m uit as Nlo havia aquelacena: Nlo d isso, nem d nessesent ido. O peace4. JLrngl e matdria sobre o assunto. O peaced uma coisa normal , a: Naquela altura ouvia Ice pies utilizavam essacena, o John Lennon e essesgajos Kool Moe Dee. O peaced uma cena normal,6 uma cena pacifica, ofue que tu dds d uma maneira de cumprimentar, nlo quer dizer que eu qne tinham dois anosde ingl? E u l e m b ro-me de uma entrevi stx branco, se vou escreversobre o que eu vivo, os outros nlo vlo para um gajo de um jornal, que era um gajo do Independente.

Ti-r o gajo dizia faz ai umas posig5es,e depois diz o que d que quer podester a tua cena e os negros respeitarem.. E isso nio d assim. Sabes um a coisa, m uit os r apper s nlo pers, e nlo ouvem e n5. A maneira como ele fez o disco aos gajos, e os gajos dizem coisas do ripo, 4 pi, a minha vida d tinha um certo sentido comercial e tinha um certo sentido tam- assim, e os gajos pellsam que aquilo d um prot6tipo, e nlo d.

Muita gente veio a descobrir qr-reo gajo n5o era um gajo do gueto O Restodo Mundo, por exemplo, que Achas que elesfmcionam muito em termos de prottitipo? Que existe aquele prot6tipo de que tu rens de andar um gaj o do gueto, r epr esent a, est am os com ele, e depois mais ou menos sujo, sempre de bond, sempre de lado, e sempre algudm viu numa entrevista qualquer que o gajo era um gajo da um bocado aliado marsinalidade Pi, entlo jd nlo d Isso nio se deve pensar assim. Se o gajo consegue transmitir a rrres- E a cena da cor?

A ce7u1de hauer bttmbos a rappar? Mas ontra coisa, em relaqfuoh lingua, o gajo ndo uem Prouar tam- bim que i possiuel? Mas tu achas que d uma questdo de cor, uma quest1o defeeling? Acho que sim De certo modo o gajo vem dar um grande Eu jd ouvi muita cena, os negros d que sabem o que d que Power I lingua portuguesa. Tir o brasileiro, mas o gajo d que veio dar um grande poxuer. Foi um bocado abrir as portas de um lado da tua vida, o que tu ds, 'tis a ver? Eu posso ser negro e nlo Para o outro e haver compreensio de um lado e de outro E eu nlo posso pensar que se ell sou bocado.

A c e i ta ra m m u i to b e m a mfrsi ca popul ar brasi l ei ra, primeira cena, os gajos tiveram Pztuer, e a cena vende-se cl por- Roberto Carlos e essesgajos todos, Leandros e Leonardos, pq1- que os gajos tiveram P7wer,'tdsa ver?

Por que i qtrc ttt achas que n6o sefez issoem Porngal? Acho que foi o medo da editora de dizer: O que i que tu achasdo Raptiblica, gajosgravar,mas nlo sei o que d que isto vai dar, porque atd em a stta importincia e N6s quando ouvimos que aquilo foi disco de laglo iria falar, acho que foi bom, foi 6ptimo Mas eu acho que a que eu re p a re i d q u e mu i to s ra p pers que nl o entraram no editora ai, quando sentiu que o disco estavaa vender, devia dar Raptiblica disseram mal do Rapirblica De certa forma o cri- mesmo um arranque muito forte lquilo tudo, ia ser bom para o tdrio de escoiha nlo foi o melhor, porque se disse que seria disco, para a editora, e bom para o movimento todo.

Mas eu acho Mas a coisacomefou logo mal com a grauagdo Poucas horas Porque as realidadesnlo si. Devia ser algudm que ji perce- E para o mouimento, o Raptiblica, 0 qtrc i quefoi? E o que i que tu achas da dpocapds-Raptiblica, o que i qLrct, paralangarascoisascom mais forqa,foi 6ptimo para os gajos O GeneralD tambdmjd tinha um certorespei- achas dosprojectzs que se seguiram?

E acho que o Rapriblicaajudou nlo s6 os gajosdo Rapil- A c h o q u e a b ri u v d ri a s p o rta s, em termos de edi tora, s blica,masa elestambdm, os gajosconseguiramgravare conse- depois a s e d i to ra s fi c a ra m to d a s I espera I guirammelhoresmuiti nacionais. A grandecaracteristica toda a gente, nio 'ti a dar, como d que os outros vlo dar, e foi beat.

Muita genteda mdsica pop e da mfsica jazz'td. Eu nlo culpo os Black Company beat,e chamaiquilo hip hop jazz, hip hop pop, nio sei se isso por causa disso, os gajos fizeram a cena deles, seguiram as ideias existe O jungle foi um desenvolvimentoda beat, hip hop, o do Rapilblica, aquilo nlo 'td contra os dois temas que 'tavam ld. E isso foi lixar muitos grupos que agora do hip hop Eu acho que foi bom aparecerempequenas edito- E tu achasqtrc issomelhorao mouimentohip hop?

Eu acho que o pessoalnlo se deve peqlrenas,para nlo agir tanto como multinacional e como edi- fechara dizern6s somos6 isto, porquequantomaisfundires Eu acho que Da Fuslo. Senlo fundiresn6o consegues Essencialmenteeu gosto de Entrevista com Jolo Vaz, radialista, autor dos programas rntisica, percebes, tanto faz ser uma banda de rock, gosto de uM er c ado N e g ro o e u Al m a R a d i c al u, R ddi o C omerci al , pearlJam, gostava de Nirvana, e tenho um carinho muito espe- Toda a gente me chamava de tolo, no inicio, tenho a impresslo que fui o primeiro ga o a passar Jodo Vaz, como i qtte clme ou o roP Parll ti?

Comegou de anos m sica. Comecei por ser punk, lembro-me de ouvir rock negrosd que iam para o meio da pista dangar break Depois para aquela onda da nera wdl e depois do neo-romantismo, e d engraEado, porque Punhas mrisica onde? Mas varnos ao inicio da hist6ria, e entio, os -me ao ltxo de passaras ondas que me apetecessem,obviamente Spandau Ballet, o Tony Adley e o SteveNorman, os gajos estive- tinha de me prostituir de alguma forma a passaraquelasm sicas ram ai hospedadosnum hotel, eu conheci-os, anddmos para u a que o povo gosta, mas era divertido, porque entreranto como as curtir na noite, a primeira vez que cd vieram, e elestinham casse- bichas gostam muito daquela onda - bichas nlo d em sentido tasde rap, coisasfantdsricas Gaynor e ld ia metendo ourras coisas pelo meio, e sempre fui 82, 8 3 , p a ra a i E comeEava-sea ouvir os Grandmaster Flash, e os gajos percebes,ia cultivando as pessoaspara a drea musical para onde tinham coisas inacreditdveis.

E a partir dai comecei a gostar, eu as queria levar, e tive ondas. Andei metido na onda do acid percebes,para ji' eu jd gostava Hoje tais, que era engragadissimo. Aqui nem tanto, como te digo o em dia tu entras num sitio e s6 ouves a mesma coisa, nio d que pirblico da Clomercial d um phblico com um nivel etdrio mais eu nlo goste, mas nlo existe variedade, que na aitura se calhar aho,4 mais velho, e d dificil fazer furar este tipo de m sica"..

E depois dd-me gozo ouvir o Ze Mari6o, curio- R: Mariito odiava seja, passavamuita mdsica negra e mfsica danqa, e eu comecei- rap, odiava milsica de pretos, e o Zd Mariiio hoje d aquilo que ru -lhe a trazer rap, s6 que entretanto o Adelino nlo era muito vira- sabes,n5o d?

E um bocado gragasa mim, tambdm risosl. Tentei reactivar o uMercado Negro' aqui insiram A segunclageragSo,a terceira geraElo sdo portugue- na Comercial, mas o p blico da Comercial d completamente ses,neo sl o angol a nos.

Tu nlo podes dissociar o r ap da diferente, o alvo nlo era aquelee pronto' estdem banho-maria' comunidade negra em si, a ni. Chegaua-te algtn outros sitios, isso nlo interessa,nlo estamos a falar disso sequer, estamosa falar de cultura, nlo estamos a falar de aproveitamen- feedback? Chegava-me imenso feedback do programa, recebia pos- to musical, mas de cultura rap, de cultura hip hop, e d bom que tais, recebia maquetas, e com muita pena minha grande parte nao acontegacd o que aconteceunos E.

Fazem-seoutras Nds sentimos i que h'i alguns grupzs que ftm medo de falar de coisaslevezinhas Hoje em dia as pessoasesteo mLlito viradas algttmas coisas,porque acham qtte ndo ufro ser bem aceites, para os problemas da droga, d o caso dos Cool Hip Noise, dos principalmente falando do racismo em termos mais duros. Mas existe Achas qtte o caminho d por ai, por exemplz, o primeiro maxi todo um aspecto cultural da comunidade que tem de ser inte- do GeneralD em Portugal ndofoi muito bem aceite Acho que essahist6ria do racis- uma merda, estava mal produzido, a voz nlo se ouvia, e eu mo, um gajo tem de cortar com ela pela raiz.

Falando dela? E, tu v6s gajos qr-resempre puseram o dedo na andem a l amentar que m or r eu o Tupac Shakur e que nlo ferida e que, nlo quer dizer que haja uma ou outra estagio dq vamos comptar mais discos porque o 2Pac n5.

Cool Tiain. Quartel-Generaida Cool Tiain. Como d que u1so ftturo do rap cti? Agora se calhar o Guto vai ter de arranjar tlm pro- school, claro! Eu fui dangarinode breakdance,os primeiroscon- grama de televislo, como tem o Miguel Angelo, mas isso os tacto.

E depoiscomod quefoi? Eu comeqeia dangarcomo breakerlogo ao princfpio com E outrosque hdo-de uir A gora, tcm e de scr quandoid morava,lclgoaosprincipios. Depois passoll-se para n'raterial bem feito, porque d fundamental que cadavez se fag. Pronto, eu depoiscom a febre da danga prontos! Era aquela uellta escola, as coisas qr-ren6s t nhamos passeiparaoutrascoisas,comeceia seranimadorde discotecas, acessoque erl m poucasnessaalt ur a' isso atd um passadomais recente,atd 90, atd ir prl tropa.

Era a rtidio? Comprauas discos? Era por acaso,mesmo. Nlo era tu chegares,ias a uma loja e compra- Eu tive sorte de comegara p6r mrisicanum sitio que me vas os discos. Nlo os havia. Continuo a nlo ter muito dinheiro Era complicado. Ou era um amigo que trazia e oferecia, ou era uma discoteca que comprava e estavapra ld esquecido e a gente Mas tu pusestemilsica noutrossitios? Pd, diversas formas inacreditdveisque Sim. Em Alckntara?

Depoisdessafase, saisteda troPa e continuastenos Pastorinltos? Isso d muito atrds. Isso foi na altura da tropa. Agora cha- Comoi quefoi?

Como d que sechamavaaquelesitio? Nessaaltura jd comegavaa fazeras fus6esde vdriosestilosde m sica, achoque foi sempre,mais ou menos, Nessaahura, emfinais de 80, o que d que seouuia? Nessaaltura passavapercurss5es brasileiras, Nessaaltura havia bastantemr. Galliano, MassiveAttack, pronto' essen- cialmenteera isso,era o principio do Acid Jazz,aquelesmixis Achastealguma diferengaentre0 hip hop definais de B0 e o de que sairamde capanegrada AcidJazz.

Lembro-me que passava 92? Hip Hop Passava. Essencialmente F, assim,antesde oitentas eraold school,depois,nestafase chssicoshoje em dia, era Public Enemy,era Ice-T,era Grand- que estamosagora a falar, eu fui agarradopelo estilo maisjazzy masterFlash Ahl Miles Davis,o Do Bop Cornosurge,e quais ospropdsitosda Cool Tiain? Pd, a Cool Tiain surgedevido a uma lacunaque existe dade de voltar para trds, tentar percebermuito bem como d que no mercado. Queainda existe? Eu consideroque existe.

Nlo existeno Bairro Essaprocura do jazz e dosprimfrdios, d det,ido a ouuires discosde Alto , deixou de existirhi coisade um ano no Bairro Alto. Ou hip hop? Ott i a procura de jazz, ponto fnal? Acho que acaba por ser as duas coisas. Eu posso dizer que Comoi qrrc era o mercadoquando a Cool Train surgiu?

E comecei a tomar Bem Antes dissoestivea trabalharna Valentimde Car- consci6ncia do que era,o jazz s5. Claro que tive ajudas e ajudas valho Rossio. Foi um curso intensivo,porque passasa ningudm percebe o que d que eu quero passasr,e nessaaltura ter uma noqlo real do que d que o povo, do que a maioria chegou o Pedro Passosque trazia essencialmente material qr. E por que d que os lojistasnio compram mais mtisica,e eu gostava.

Era a altura do Rebirth Of Cool, 1o volume, como o por que d que compram estae nlo aquela E essasrespostas todasrece- nlo sei quantos. Deu-me uma grande ajuda do que era essetrci- bi-asna VC. E para grandesurpresaminha vi que hd muita almente o jazz dance, o jazz dang: Continuam a pensarque toda a gente Fostesempre continuando nos Pastorinhos?

Nunca gostei de pertencer a algudm, ou pertencer a uma da. N6o d bem assim. E a Cool Tiain surge exacramenrepor casa, instituiglo, corno outro empregado. Quando estive nos causadisso. A necessidade de haver uma distribuidora de dis- Pastorinhos, estive no Plateau, no Impdrio Colonial, estive.

O hip hop preencheuma grandelacuna desselado. Se formos a ver o hip hop. Surgeessalacu- Sim, essencialmente. O tentar preencheressalacunanlo te digo que d f: F, ssencialm ent e quer, e eu cstou um bocado no meio da coisa. Porque perccboo passaPor ai. E comercial, quando se pega nela e se trabalha de uma forma comercial, mas o hip hop d Entretanto fizeste um Prlgrama de rtidio. Como i quefoi?

Saber o que d tu muita atenglo, temos exemplos grandes, quer dizer, temos um teres um microfone e poderes chegar a milhares de pessoas. C i tando quando quer e uma banda de hip hop quando quer, e por ai ir George Clinton sou pela One Nation Under A Grooue,interessa frente.

Finalmente comeqa a haver um p blico que estd interes- o conte do que a mdsica tem, nlo 6? O hip hop d como E o fttntro? Como d que achas qtrc o mercado irri reagir? E hd vertentes boas como hd E, inevitdvel. Eu acho que d inevitdvel haver uma ced6ncia vertentes mds, mas isso d a lei da vida. Eu considero que ainda do mercado para este gdnero de mr-lsica,porque talvez, mesmo sefaz excelentehip hop, e hd que se fazer ainda mais. Como por mo acontece com os outros gdneros de mtisica.

Vai haver uma exemplo tazer ci o Kid Loops, como organizar noites qtle os Parteextremamente comercial e que vai sustentar Que d neces- DJk passamesteestilo de mrisica.

A Cool Train, acima de rudo' sdrio, quer queiramos quer nlo, que vai fazer que o hip hop tem estado a fazer um esforgo para que o DJ seja reconhecido sobreviva,porque precisade dinheiro, precisade produtores. Quando eu digo Porquetoclaa gentepensaque para montar uma cenad preciso bases,eu nlo digo que um gajo que nlo tenha ido ir escolanio dinheiro.

Nliol E precisod forgade vontade,d precisorealmente consigafazerum excelentedisco,d mentira. O que eu digo slo as pessoasestalemcom o mesmogoal ol: Quando eu digo fazeremas coisas Ehl P: Jd,nlo slo po,l. E pr6prio fazermdsica,o que neo acontece. Essesputos langarern arranjar-lhesum sitio para p6Jos a rappar? Arranja-se necessdrio pelo menos um doze polegadas 12" , um mdxi, cd pra fora.

Nlo d tambdm o que eu vejo, por exemplo,hd espagos Acho que issod a coisamais importante. Sen6s formos ver,em que pensamlogo no factor comercial. E igual- um mdxi. Um mdxi seryecomo um resre,sevale realmenteedi- mentecomplicadacomo o jazz. Se fazesuma festaem que vais tar um dlbum ou n5o. Porqueai coisaque nascena rua, da rua vem para os clubs,e dos clubs4 vais comeEara fomentar um culto. Gente de culto que vai ali que faz o bum!

E o que progridaseelesnlo dlo apoio aosDJ's parao passar? Como i que o hip hop uai euoluir em Portugal, se nfro existem DJ',s? Hri um longotrabalho afazer? Existem DJ's, eu mostro-te,eu recebiuma carta aqui Haver gentepredisposraa dar a cara pelo hip hop, haversitiosrelarivamenteperro em que ru unra vez ou O quefaha ent1o?

Haver progra- O que falta realmented haverum n cleo. Que dirija o hip mas de rddio em que ru oigaship hop, ou mesmo ligareso hop para qualquerlado. Tem que haver um ndcleo que faEaa rddio e ouvires hip hop. Hoje enr dia, porque nlo imaginasa dirulgaglo do hip hop.

Ern Frangacomegacom a Zulu Nation, felicidadeque me dd, eu esrarna rua, apanharum rdxi, e esrara Em Inglaterraaconteceucom outra coisa,no Japlo aconteceu dar um disco de hip hop, que eu. Tem que haveruma organizaglo,e eu achoque Issod: Eu lembro-me ainda no outro essed o grandeproblema,essed o grandevirus em Portugal.

E dia, noutra vertente,no jazz,estava;r ouvir free-jazz,ontem, foi que toda a gente esperaque o pr6ximo faEaqualquercoisa' ontem! Eu disseuFogolr. Entlo, estoucontente. Estauasa ouuirfree-jazz aonde? M exxes Foi na X-FM. As imensasminorias Quando se fala sempre em minorias eu fico Cotno e que se deu d tult entrflda no rap em Portugal?

E aqui nlo hd nenhuma mirroria Angola numa altura muito controverse;guerrase o caragas'tds a que realmente conte, que consiga fazer as coisaspor si. Hoje em ver? E fui inserido em Miratejo, foi uma cena muito automlti- dia sim, o jazz comeEaagora a dar os primeiros passospara ser ca, nlo forEada.

Olha, foi uma cena: Mas se mudar de ambienter, e fui cair num place uicked e rough e qu6, formos a ver o Estoril Jazz de , tiveram que ir buscar uma e eu tive que ficar wicked e rough tambdm, como os gajos. Mas banda de funk para olhar para o lado comercial Tens um a cena do rap nlo foi por ver, por ver que os gajos andavam exemplo, vem cd o Ice-T, como d que uma organizaqlo que meddos na cena Foi uma cena que comecou a cresceraqui organiza um concerto de um old schoolcomo ele nlo tenha a dentro, e quando dei por ela jd.

Sabendo que s6 Portugal d que tem a ganhar com isso. E qtrando d que comeqou? Porque o Ice-T tem uma editora. Ele em Paris vai a concertos de rappers locais e 4 capazde pegar num a assinar pela editora.

Comegou quando um belo dia decidi agarrar num papel e Porque d que nlo se faz essetrabalho cd? Porque mais uma vez d numa caneta e fui cantar ao pd dum gajo. Em que ano d qttefoi? Ehl Pd, noventa e dois meu, prai! Ehl Pd, o futuro estd ai. E d assim, nlo me admiro nada se Mas o rap em Porntgal come ou tambim por essaahura? B-Boys Boxers, essenome ci em Portugal. E eminente, d impossivel nio acontecer. Margem Sul, meu. Era uma posse enorme, constituida por gajos que hoje em dia slo dos Black Com- Uma mensagemfinal.

A ccna era mesmo bud da povo, man, costa? Era essa Tem a ver com tudo de Mirateio, tds a ver? E os Black bas e. GeneralD foi urn dos fundadoresdos BiackCompany,meu Como i qtte erafazer"som nA alntra? Hum m m! Era ma l a i c o , ro u g l t, w i cbed, rnanl B l ack Fala lA dos B-BoysBoxers,dissesteque issoy' anterior aos Blach Company comegou conr uma caixa caixa de ritmos , parecia Cornpany?

E anterior,meu, o GeneralD ainda nlo rappava Mas B-Boys Boxerseram madidsque hoje em m alis t ar. E era dia jd casaram,jd andampor ai. Pd, gajoscomo eu e ru, sim- bud de limitado, e urn gajo nlo podia desenvolvermuito por o plesmentena altura nlo havia grandescondig6es E rap s6 instrurnento ser muito limitado. E uma cadel a chamada Loba E onde i que ouuiam rap para aldm dessacena do americano, mett?

O que d que sc orruia na altura? M as um gajo ouvir r ap. Mercado Negro, o primeiro programa que comegimos a ouvir. Nlo comprdvamos meu. Vai na volta apareciald um ame- ricano em Miratejo, o gajo fazia beat-box pra caralho! O grjo Lembras-tede quando d que daua? Mas o gaio tinha' Acho que era i meia-noite, meu, de sdbadopara domingo, uma cena assim. E foi com elc que o Dojo comegou, acho qtre lc'i c om ele. Corn' d? Tivemos a falar com ele Jolo Vaz sobre isso, - certos e E faziam festas?

Faziamosfestasem Mirateio com o nosso material e o cara- 'Td-se bem. E o people ia rappar, quem quisesseraPpar Os Zona Dread e mais algups Qtem i qtre ia a essas festas?

Pd, dantes eu e o General D faziamos umas mer- todo com o Black Company Porque esseschavalostavam todos das ai vai na volta E rn Tu achas que 0 fttP comefoxtem Porntgal em Miratejo? Eu acho que aquilo que aconteceu ao Kainca Bem mas era assim: As kigilas iamos tendo Mas o rap comeqou em Miratejo apesar de haver rappers que no dia do concerto, sabescomo d que d..

Melo J pelple, bad selectors Pd, um a vez t ive um a disct t s- parte, surgiram entre Eu disse: Foda-se eu vou-te mostrar um dlbrrm Puro de rap, meu' do comego: Tem fquem atentosuamosuobarr. Eu sou radical porque o vamos mostrar uma cena fodida.

Pd, o rap nasceu com beat-box, nlo tenhas dilvidas porque queriamos guardar a cena para um posterior dlbum. E o meu, e voz, 'tis a ver? Bronx, meu Nlo estdvamosI espera! Uma cena maluca. E as condigdesde grauag1o? Uma merda, man! Se tu fores ouvir o Rapilblica aquilo Mas antes do Rap blica uocisderam ttns concertos? Olha eu tenho uma rima que faz Pd, foi mal misturado e remasterizado. E as diz assim: Eu fiz bud pelo rap em Portugal assim qae era 0 rap?

Pd, Vanilla Ice. MC Hammer e o cara- como o General D e nlo admito que essesputos novos, que lho! Porque era o que'tava ai. E quando se falava de Rap Eles diziam; nYa,ya!! Rap rappar e o que tenho de dizer e fazer, como d que eu tenho de 'tar! Nlo tem nada a ver! Desde BB..

O que d que o rap tinha mais para lhes dizer?

HONEY from Colorado
Review my other articles. I enjoy rotation. I do love reading novels joyously .